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Vacina não dispensa medidas de proteção da COVID-19

29/12/2020
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A vacinação contra a COVID-19 não dispensa as medidas de proteção recomendadas, como a distância física, o arejamento frequente dos espaços fechados, o uso de máscara de forma adequada, a higiene das mãos e a etiqueta respiratória.
O alerta foi deixado esta terça-feira pela Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, na conferência de imprensa de atualização dos dados da pandemia da COVID-19.
“No dia 27 de dezembro abrimos uma janela de esperança com o início da vacinação contra a COVID-19, em que a ciência, o conhecimento e a colaboração entre países permitiram o fabrico de vacinas com qualidade, segurança e eficácia, devidamente certificadas pelas agências internacionais do medicamento”, começou por dizer a especialista em saúde pública.

Em declarações aos jornalistas, Graça Freitas destacou os objetivos da vacinação em Portugal: reduzir a mortalidade e os internamentos por COVID-19, reduzir os surtos, sobretudo nas populações mais vulneráveis, e minimizar o impacto da epidemia COVID-19 no sistema de saúde e na sociedade.

A médio prazo, prosseguiu, “temos a expectativa de controlar a COVID-19, como já aconteceu com outras doenças e com outras vacinas no passado”.

A Diretora-Geral da Saúde reforçou que a “vacinação não dispensa de forma alguma as medidas de proteção recomendadas”.

Em Portugal, nos últimos dois dias, foram vacinados 7.585 profissionais de saúde em cinco centros hospitalares, o que corresponde a cerca de 80% das doses disponibilizadas para estes hospitais nesta fase.