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“Não adie de forma alguma a vacinação”, alerta a Diretora-Geral da Saúde

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A Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, aproveitou a conferência de imprensa de atualização dos dados sobre a epidemia de COVID-19 para apelar aos portugueses que cumpram o Programa Nacional de Vacinação, uma vez que este “é absolutamente essencial para evitar casos de doenças ou surtos”.

Entre as prioridades, a Diretora-Geral destacou a vacinação nos primeiros 12 meses de vida e a vacinação aos 12 meses, que contempla “uma vacina muito importante contra o sarampo, a rubéola e a papeira”. “Nenhuma criança e nenhum adulto com a vacina do sarampo em atraso deve continuar a ter esta vacina em atraso”, alertou.

As grávidas, prosseguiu, “devem vacinar-se contra a tosse convulsa com o objetivo de proteger o seu bebé nos primeiros meses de vida, e a vacinação não deve ser adiada para além das 28 a 32 semanas de gestação”.

Por outro lado, “também os doentes crónicos beneficiam da vacinação no âmbito do Programa Nacional de Vacinação e de acordo com a sua patologia e a sua idade”.

Para evitar aglomerados, explicou Graça Freitas, “é preferível contactar a unidade de saúde por telefone e marcar a vacinação”. “Mas, se não for possível, não adie. Vá presencialmente à sua unidade de saúde, uma vez que a vacinação e outros cuidados se fazem em ambiente seguro não COVID”, assegurou.

Relembrando que a vacinação permitiu eliminar doenças como a difteria, a poliomielite, o sarampo e a rubéola, bem como controlar muitas formas de meningite, a tosse convulsa, a papeira e muitas outras doenças, a Diretora-Geral da Saúde reforçou a necessidade de cumprir os prazos previstos no plano.

“Não adie de forma alguma a vacinação, porque se deixarmos de vacinar […] podemos ter outro tipo de surto que não apenas este que já tanto dano causa à sociedade. Muita atenção à vacinação, ao seguimento das grávidas, ao seguimento no âmbito da saúde infantil, ao teste do pezinho”, frisou Graça Freitas.