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Ministério da Saúde monitoriza preços das máscaras

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A Ministra da Saúde, Marta Temido, garantiu este domingo que o Ministério da Saúde está a monitorizar o preço das máscaras de uso comunitário e irá atuar se for necessário. Na conferência de imprensa de atualização dos dados da pandemia de COVID-19, admitiu ainda que “não está fora de causa a utilização de máscaras de fabrico caseiro, doméstico”. 

Marta Temido esclareceu que o Governo está a fazer “o maior esforço possível” para que as máscaras e as viseiras “estejam disponíveis no mercado e a um preço razoável, adequado”. “O Ministério da Saúde está a avaliar as disponibilidades do mercado” através do Infarmed, revelou, destacando que não existem faltas específicas, “embora sempre num contexto de carência”.

Questionada sobre as dificuldades que algumas pessoas podem ter em comprar estes equipamentos, afirmou que podem ser consideradas as máscaras caseiras: “As orientações das organizações internacionais referem as máscaras comunitárias como sendo utensílios de pano, têxtil ou outro material, de fabrico comercial ou caseiro. A preocupação inicial foi colocar no mercado máscaras com algum tipo de certificação”.

De acordo com o boletim epidemiológico publicado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), Portugal regista este domingo 25.282 casos confirmados de COVID-19, mais 92 casos do que no sábado, o que representa um aumento de 0.4%. Números que devem ser olhados com prudência, alertou Marta Temido, porque foram “três dias com eventual menor atividade decorrente do facto de ser fim de semana e um dia feriado”.

Em relação ao relatório de sábado, registam-se 20 óbitos adicionais (são 1.043 no total) e mais 18 casos de recuperação (1.689 ao todo). A taxa de letalidade é de 4.1% e ascende aos 14.7% acima dos 70 anos. Relativamente ao número de internados, regista-se mais um caso de internamento (são 856) e menos 6 internados em unidades de Cuidados Intensivos (144).