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Menos doentes internados em enfermaria geral e cuidados intensivos

28/04/2020
tratamento medicos

Portugal regista esta terça-feira 24.322 casos confirmados de COVID-19, mais 295 do que no dia anterior, o que representa um aumento de 1.2%. Do total de doentes, 936 encontram-se em internamento hospitalar, menos 59 do que na segunda-feira, e 172 estão em unidades de Cuidados Intensivos, menos 4 em relação à última atualização.

Os números constam do último boletim epidemiológico publicado pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e foram apresentados esta terça-feira pelo Secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, na conferência de imprensa de atualização da pandemia de COVID-19.

De acordo como boletim, o país regista 1.389 casos de recuperação (mais 32 do que ontem) e 948 óbitos. Neste momento, adiantou o governante, a taxa de letalidade global é de 3.9% e acima dos 70 anos ascende aos 13.9%.

António Lacerda revelou, ainda, que a taxa de ocupação das camas de cuidados intensivos no país é de 54%, o que é “um bom indicador”. “Temos cerca de 289 camas vagas e 334 ocupadas”, adiantou.

Embora os níveis pareçam um bom indicador, o governante não escondeu que se mantém a preocupação. “Parece-me que temos um espaço de algum conforto, não só para acolhermos aquilo que é matéria COVID, como para prepararmos também toda a nossa atividade em cuidados intensivos em conjunto com a task force que está a estudar estes processo e com os clínicos que preparam este processo”, referiu.

Segundo o Secretário de Estado, Portugal conta com 250 intensivistas, além dos pneumologistas, anestesistas e internistas, que também estão a trabalhar nos cuidados intensivos. Desta forma, será possível, “com a serenidade e a tranquilidade possível”, preparar “a atividade pós-COVID”.