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Mais de oito milhões de consultas não presenciais realizadas desde janeiro

15/07/2020
imagem medico computador

A Secretária de Estado Adjunta e da Saúde, Jamila Madeira, adiantou esta quarta-feira que a telessaúde permitiu realizar mais de oito milhões de consultas não presenciais desde o início do ano.

“Isto significa um aumento de 65% em relação ao total do ano anterior”, destacou a governante, em declarações aos jornalistas na conferência de imprensa de atualização dos dados da pandemia da COVID-19.

“É importante que os portugueses percebam que podem continuar a contar com o Serviço Nacional de Saúde”, referiu. Segundo Jamila Madeira, a linha SNS deu resposta a mais de 1.3 milhões de chamadas desde o início do ano. Já a plataforma Trace COVID-19, de monitorização e acompanhamento dos utentes suspeitos e infetados, contou com o registo de cerca de 75.000 profissionais e de mais de 703 mil utentes, o que gerou mais de 1.4 milhões de vigilâncias realizadas por telefone. “Em média, têm estado cerca de 5.000 utilizadores ativos por dia”, adiantou.

A Secretária de Estado lembrou que foi feito um “investimento sem precedentes em meios tecnológicos, que muito nos são úteis. São modelos que trazem ganhos inequívocos na organização dos serviços e na garantia de acesso e proximidade ao doente”. Em contexto de pandemia, explicou, dão também segurança e proteção aos profissionais de saúde e aos doentes.

“Ao abrigo do orçamento suplementar, continuaremos a ampliar a redes de equipamentos existentes nas nossas unidades de saúde, com a aquisição e entrega de mais kits de telessaúde, que permitirão um aumento significativo da capacidade atual”, adiantou, acrescentando que foram distribuídos mais de 883 kits desde o início do ano.

Por outro lado, afirmou, importa recuperar a atividade assistencial no SNS, o que passa também por programas de incentivos aos profissionais de saúde – já aprovados numa portaria publicada esta quarta-feira.