COVID-19 https://covid19.min-saude.pt Página Inicial Fri, 17 Sep 2021 17:18:15 +0000 pt-PT hourly 1 https://covid19.min-saude.pt/wp-content/uploads/2020/03/favicon_dgs.svg COVID-19 https://covid19.min-saude.pt 32 32 OMS destaca projeto nacional de microinfluenciadores em evento co-organizado com Portugal https://covid19.min-saude.pt/oms-destaca-projeto-nacional-de-microinfluenciadores-em-evento-co-organizado-com-portugal/ https://covid19.min-saude.pt/oms-destaca-projeto-nacional-de-microinfluenciadores-em-evento-co-organizado-com-portugal/#respond Fri, 17 Sep 2021 17:18:13 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049539 O projeto dos microinfluenciadores sociais para a resposta à COVID-19, desenvolvido pela Direção-Geral da Saúde, esteve em destaque como uma boa prática no evento paralelo sobre a importância da Literacia em Saúde no contexto dos Behavioral and Cultural Insights (BCI) promovido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Neste evento, em que Portugal foi um dos países anfitriões, conjuntamente com a OMS Europa, Áustria e Federação Russa, foi apresentado este novo projeto de informação personalizada para a comunidade, que conta com mais de 5000 microinfluenciadores, os chamados “agentes de saúde Pública”. A avaliação desta iniciativa, pelo seu caráter inovador, está a ser realizada pela Organização Mundial da Saúde.

Leia aqui a notícia da OMS.

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“Encontramo-nos no fim de uma fase pandémica” https://covid19.min-saude.pt/encontramo-nos-no-fim-de-uma-fase-pandemica/ https://covid19.min-saude.pt/encontramo-nos-no-fim-de-uma-fase-pandemica/#respond Thu, 16 Sep 2021 17:10:00 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049538 O chefe da Divisão de Epidemiologia e Estatística (DSIA) da Direção-Geral da Saúde (DGS), Pedro Pinto Leite, afirmou que Portugal se encontra “no fim de uma fase pandémica”. Durante a última reunião de especialistas e políticos ocorrida na sede do Infarmed, em Lisboa, explicou que a pandemia se encontra com uma “tendência decrescente”. Verifica-se uma média de 195 casos por 100 mil habitantes e uma variação de 96% relativamente ao período homólogo do ano passado.

Uma diminuição que, salientou o responsável da DSIA, é observada em todas as regiões. “Não há nenhum concelho com uma incidência superior a 960 casos por 100 mil, apenas há 12 com incidência superior a 480 por 100 mil”.

Pedro Pinto Leite explicou ainda que a incidência tem também uma tendência decrescente em todos os grupos etários, chamando a atenção para uma grande descida nas faixas etárias dos 10 aos 19 anos e dos 20 aos 29 anos para valores inferiores a 480 casos por 100 mil habitantes. Uma informação “especialmente relevante” nesta altura do ano, de regresso às aulas.

A diminuição da incidência é acompanhada de um decréscimo da positividade, sendo que, apesar de se verificar uma grande intensidade na testagem, há “menos vírus em circulação e menos casos confirmados” de COVID-19.

Igualmente destacado foi uma diminuição no número de internamentos (15%), tanto em enfermaria como em Unidades de Cuidados Intensivos, comparativamente com o mesmo período do ano passado.

Quanto à mortalidade, a taxa fixa-se em 13 por um milhão de habitantes, abaixo do limiar definido pelo European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC), de 20 por um milhão de habitantes, com um decréscimo de 19% em relação ao mesmo período de 2020.

“Estes indicadores e esta situação favorável têm uma grande ligação, por um lado, ao sucesso que é a vacinação e às elevadas coberturas vacinais que o país apresenta”, resumiu Pedro Pinto Leite.

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Portugueses são os europeus que mais defendem a vacinação. https://covid19.min-saude.pt/portugueses-sao-os-europeus-que-mais-defendem-a-vacinacao/ https://covid19.min-saude.pt/portugueses-sao-os-europeus-que-mais-defendem-a-vacinacao/#respond Fri, 10 Sep 2021 22:28:16 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049498 Os portugueses são os europeus que mais consideram que os benefícios da vacina contra a Covid-19 superam os riscos (87%) e que mais defendem o «dever cívico» da vacinação (86%), segundo um inquérito Eurobarómetro hoje divulgado.

De acordo com o inquérito, 87% dos portugueses concordam e tendem a concordar que os benefícios da vacina compensam os seus riscos, o valor mais alto dos 27 Estados-Membros e 15 pontos acima da média (72%) da União Europeia (UE).

Dos inquiridos em Portugal 54% concordam ou tendem a concordar (32%) que vacinar-se contra a Covid-19 é «um dever cívico», também o valor mais alto de respostas positivas entre os Estados-Membros.

Ainda sobre o combate à pandemia do coronavírus SARS-CoV-2, a grande maioria dos portugueses (82%) estão satisfeitos (58%) ou muito satisfeitos (24%) com a forma como o Governo geriu a estratégia de vacinação (UE 50%).

Questionados sobre a gestão que a UE tem feito da estratégia de vacinação, 84% dos portugueses estão satisfeitos (69%) ou muito satisfeitos (15%) e 89% concordam (36%) e tendem a concordar (53%) que a UE está a desempenhar um papel fundamental para garantir o acesso às vacinas contra a Covid-19 em Portugal, sendo as médias da UE de, respetivamente, 49% e 64%.

Para mais informações leia aqui.

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Relatório de monitorização das linhas vermelhas para a COVID-19 | Relatório nº 24 – 10/09/2021 https://covid19.min-saude.pt/relatorio-de-monitorizacao-das-linhas-vermelhas-para-a-covid-19-relatorio-no-24-10-09-2021/ https://covid19.min-saude.pt/relatorio-de-monitorizacao-das-linhas-vermelhas-para-a-covid-19-relatorio-no-24-10-09-2021/#respond Fri, 10 Sep 2021 22:22:11 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049495 A Direção-Geral da Saúde (DGS) e o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) divulgam o relatório n.º 24 de monitorização das linhas vermelhas para a COVID-19. O relatório inclui os diversos indicadores descritos no documento das Linhas Vermelhas, nomeadamente a incidência a 14 dias e o índice de transmissibilidade (R(t)), nacionais e por região de saúde.

Do presente documento, destacam-se os seguintes pontos:

  • O número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 231 casos, com tendência decrescente a nível nacional.
  • Apenas no Algarve se observa uma incidência superior ao limiar de 480 casos em 14 dias por 100 000 habitantes (521);
  • No grupo etário de 65 ou mais anos, o número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 109 casos, com tendência decrescente a nível nacional;
  • O R(t) apresenta valor inferior a 1, indicando uma tendência decrescente da incidência de infeções por SARS-CoV-2 a nível nacional (0,87) e em todas as regiões;
  • O número de casos de COVID-19 internados em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência estável a decrescente, correspondendo a 50% (na semana anterior foi de 55%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas;
  • A nível nacional, a proporção de testes positivos para SARS-CoV-2 foi de 3,1% (na semana anterior foi de 4,0%) encontrando-se baixo do limiar definido de 4,0%. Observou-se uma
  • diminuição do número de testes para deteção de SARS-CoV-2 realizados nos últimos sete dias;
  • A proporção de casos confirmados notificados com atraso foi de 4,9% (na semana passada foi de 4,5%), mantendo-se abaixo do limiar de 10,0%;
  • Nos últimos sete dias, pelo menos 100% dos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19 foram isolados em menos de 24 horas após a notificação e, no mesmo período, foram rastreados e isolados, quando necessário, todos os contactos em 90% dos casos;
  • A variante Delta (B.1.617.2), originalmente associada à Índia, é a variante dominante em todas as regiões, com uma frequência relativa de 100% dos casos avaliados na semana 34/2021 (23 a 29 de agosto) em Portugal;
  • A mortalidade específica por COVID-19 (14,1 óbitos em 14 dias por 1 000 000 habitantes) apresenta uma tendência estável a decrescente;
  • A análise dos diferentes indicadores revela uma atividade epidémica de infeção por SARSCoV-2 de moderada intensidade, com tendência decrescente a nível nacional, assim como uma tendência decrescente na pressão sobre os serviços de saúde e na mortalidade por COVID-19.

Aceda ao Relatório nº 24, de 10/09/2021.

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“Não há nenhum risco na vacinação” https://covid19.min-saude.pt/nao-ha-nenhum-risco-na-vacinacao/ https://covid19.min-saude.pt/nao-ha-nenhum-risco-na-vacinacao/#respond Tue, 07 Sep 2021 23:21:15 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049474 A Diretora-Geral da Saúde lançou um apelo às mulheres grávidas ou a amamentar, migrantes e jovens para que se vacinem contra a COVID-19.

“Não há nenhum risco na vacinação, antes pelo contrário, a gravidez pode ser um risco para ter doença grave”, afirmou Graça Freitas em entrevista à SIC.

Relativamente aos migrantes, a responsável salientou que “têm todo o direito a ser vacinados, como qualquer cidadão português”, reforçando que “a vacinação não é para portugueses, é para as pessoas que estão em Portugal”.

Graça Freitas incentivou também os “poucos” jovens que ainda não o fizeram, a vacinarem-se.

O dia 5 de setembro foi um marco “importante”, tendo sido alcançada a meta de 85% da população com pelo menos uma dose da vacina. “É um resultado de que devemos, enquanto povo, estar orgulhosos”, afirmou.

Graça Freitas referiu ainda que a elevada taxa de vacinação permite alcançar uma “imunidade cruzada” mesmo face a eventuais novas variantes que possam surgir.

Quanto à possibilidade de administração de uma dose de reforço ou terceira dose da vacina contra a COVID-19, a Direção-Geral da Saúde está a trabalhar em “duas frentes muito importantes”: a científica e a logística. “Continuamos a adquirir vacinas para um cenário de ser necessária essa terceira dose ou dose de reforço”, sublinhou.

Também as medidas de isolamento profilático serão revistas se se mantiver o “ritmo da vacinação, não aparecer uma nova variante e a imunidade não cair drasticamente”. A tendência será para existir uma “distinção nas medidas quando se trata de pessoas vacinadas e de pessoas não vacinadas”.

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Graça Freitas apela ao bom senso dos portugueses no uso de máscara https://covid19.min-saude.pt/graca-freitas-apela-ao-bom-senso-dos-portugueses-no-uso-de-mascara/ https://covid19.min-saude.pt/graca-freitas-apela-ao-bom-senso-dos-portugueses-no-uso-de-mascara/#respond Tue, 07 Sep 2021 23:15:57 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049471 A Diretora-Geral da Saúde referiu, em entrevista à SIC, que “se a Assembleia da República, depois de ouvir especialistas, decidir que o uso de máscara na rua deve deixar de ser obrigatório, “é porque a ciência e a epidemiologia indicam que esse é o caminho certo”, destacando ainda o facto de 85% da população ter, pelo menos, uma dose da vacina contra a COVID-19.

O “risco de transmissão ao ar livre é muito menor”, o que, conjugado com a elevada taxa de vacinação contra a COVID-19, minimiza a circulação do SARS-CoV-2.

Graça Freitas lembrou, porém, que “mesmo ao ar livre, de vez em quando existem ajuntamentos”. Por esse motivo, durante este inverno, será aconselhável o uso da máscara em algumas situações. “Se vamos para um sítio onde sabemos que vão estar muitas pessoas juntas, ou porque podemos ir na via pública e encontrar muitas pessoas, deve continuar a usar-se máscara”, declarou.

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DGS recomenda dose adicional de vacina a pessoas com imunossupressão https://covid19.min-saude.pt/dgs-recomenda-dose-adicional-de-vacina-a-pessoas-com-imunossupressao/ https://covid19.min-saude.pt/dgs-recomenda-dose-adicional-de-vacina-a-pessoas-com-imunossupressao/#respond Fri, 03 Sep 2021 15:59:33 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049438 A Direção-Geral da Saúde (DGS) passou a recomendar, para as pessoas com mais de 16 anos e em condições de imunossupressão, a administração de uma dose adicional de vacina contra a COVID-19.

A Norma 002/2021, hoje atualizada, prevê a administração de uma dose de vacina de mRNA com um intervalo mínimo de 3 meses, após a última dose do esquema vacinal anteriormente realizado.

Esta recomendação é uma nova oportunidade de vacinação, dentro do esquema inicial estipulado, e tem como objetivo salvaguardar a eficácia das vacinas em pessoas com imunossupressão que possam não ter alcançado o nível de proteção adequado.

As pessoas elegíveis são as que poderão ter sido vacinadas durante um período de imunossupressão grave, nomeadamente as que realizaram transplantes de órgãos sólidos, pessoas com infeção VIH com contagem de linfócitos T-CD4+ <200/µL, doentes oncológicos e pessoas com algumas doenças auto-imunes que tenham efetuado tratamentos referidos na Norma.

A vacinação de pessoas com imunossupressão deve ser efetuada sob orientação e prescrição do médico assistente.

A recomendação está alinhada com a evidência científica mais recente e poderá ser ajustada em função da evolução do conhecimento.

A norma pode ser consultada aqui.

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Direção-Geral da Saúde publica Referencial para as Escolas https://covid19.min-saude.pt/direcao-geral-da-saude-publica-referencial-para-as-escolas/ https://covid19.min-saude.pt/direcao-geral-da-saude-publica-referencial-para-as-escolas/#respond Tue, 31 Aug 2021 21:44:40 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049386 A Direção-Geral da Saúde (DGS) publica o “Referencial Escolas – Controlo da transmissão de COVID-19 em contexto escolar” para o ano letivo 2021/2022.

A nova versão tem em conta os princípios da evidência científica e a evolução da situação epidemiológica e apresenta, por exemplo, as regras relativas à utilização de máscara em ambiente escolar, de acordo com o que já era estipulado na Orientação n.º 005/2021 de 21 de abril de 2021, designadamente:

•          Qualquer pessoa com 10 ou mais anos e, no caso dos alunos a partir do 2.º ciclo do ensino básico, independentemente da idade, deve utilizar máscara comunitária certificada ou máscara cirúrgica;

•          No caso das crianças que frequentam o 1.º ciclo do ensino básico, a utilização de máscara é fortemente recomendada, quando cumpridas as indicações da Direção-Geral da Saúde constantes do Referencial;

•          A utilização de máscara deve ser sempre adaptada à situação clínica, mediante avaliação caso-a-caso pelo médico assistente.

O Referencial estipula ainda regras relativamente a uma testagem inicial, passando a englobar os alunos do 3.º ciclo do ensino básico. O objetivo é identificar casos de COVID-19 de todo o pessoal docente e não docente e dos alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, nas primeiras semanas do novo ano letivo, de forma a quebrar eventuais cadeias de transmissão.

A testagem irá decorrer em três fases: a Fase 1 corresponderá ao pessoal docente e não docente; a Fase 2 aos alunos do ensino secundário; e a Fase 3 aos alunos do 3.º ciclo do ensino básico. Podem ainda ser realizados testes de acordo com a evolução da situação epidemiológica.

Além de medidas individuais, as Autoridades de Saúde podem determinar medidas coletivas, preconizando-se que o encerramento de qualquer estabelecimento só deve ser ponderado em situações de elevado risco.

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Cerca de 80% da população iniciou a vacinação contra a COVID-19 https://covid19.min-saude.pt/cerca-de-80-da-populacao-iniciou-a-vacinacao-contra-a-covid-19/ https://covid19.min-saude.pt/cerca-de-80-da-populacao-iniciou-a-vacinacao-contra-a-covid-19/#respond Tue, 31 Aug 2021 14:09:12 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049381 O Relatório de Vacinação n.º 28 indica que cerca de 80% da população já tem pelo menos uma dose da vacina contra a COVID-19 e 72% dos portugueses têm a vacinação completa.

Até ao dia 22 de agosto, 7.399.577 pessoas tinham concluído o respetivo esquema vacinal e a 8.264.586 foi administrada, no mínimo, uma dose.

As pessoas com 65 ou mais anos estão praticamente todas vacinadas. Cerca de 99% tem a primeira dose e 97% o esquema vacinal completo. Verificam-se os mesmos valores nos idosos com idade igual ou superior a 80 anos.

Relativamente aos mais novos, 19% dos jovens (faixa etária dos 0 aos 17 anos) já tomaram uma dose. Entre os 18 e os 24 anos, 73% (571.163) iniciaram a vacinação e 39% (306.454) completaram o esquema.

Quanto aos portugueses entre os 25 e os 49 anos e entre os 50 e os 64, há 87% e 97%, respetivamente, de pessoas com a primeira dose, enquanto a vacinação completa destes grupos etários se traduz em 74% e 91%.

Portugal recebeu 16,67 milhões de doses de vacinas e distribuiu 14,96 milhões por todo o território.

Passou a ser a incluído no Relatório o valor da população residente censitária de 2021 como denominador de cobertura vacinal nacional (as duas primeiras métricas apresentadas), na sequência da publicação, pelo Instituto Nacional de Estatística, dos resultados dos CENSOS 2021.

Nas restantes métricas de cobertura vacinal apresentadas no relatório são ainda utilizadas as estimativas de população residente de 2020 por falta de desagregação etária.

A utilização dos valores e estimativas mais recentes para a população residente tem como objetivo reportar os valores de cobertura vacinal com a maior confiança para informar a população portuguesa e os decisores.

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Eficácia de vacinação no Queimódromo está assegurada https://covid19.min-saude.pt/eficacia-de-vacinacao-no-queimodromo-esta-assegurada/ https://covid19.min-saude.pt/eficacia-de-vacinacao-no-queimodromo-esta-assegurada/#respond Tue, 24 Aug 2021 18:43:51 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049333 A vacinação ocorrida no Centro de Vacinação COVID-19 – Queimódromo do Porto, a 9 e 10 de agosto de 2021 foi considerada válida, após análise do Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, IP, pelo que se considera que os utentes vacinados nestes dias não terão de repetir esta vacinação.

O Infarmed concluiu que, relativamente às vacinas inoculadas nestes dias, não se verificou impacto na qualidade, estando assegurados os parâmetros de segurança e eficácia exigíveis. Por essa razão, considera-se que estes cidadãos contam com processos de vacinação válidos e que aqueles que já tiverem completado o seu esquema vacinal terão acesso ao certificado digital.

Na sequência desta decisão, os Certificados Digitais COVID emitidos às 875 pessoas vacinadas no Centro de Vacinação COVID-19 – Queimódromo do Porto, a  9 e 10 de agosto de 2021, foram considerados válidos.

A partir de ontem (23 de agosto), 40 pessoas que receberam a vacina Comirnaty, da BioNTechPfizer, e 835 pessoas que receberam a vacina da Janssen ficaram elegíveis para obter um Certificado Digital COVID válido, nos termos da Orientação 007/2021 da DGS.

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