COVID-19 https://covid19.min-saude.pt Página Inicial Tue, 13 Apr 2021 13:26:22 +0000 pt-PT hourly 1 https://covid19.min-saude.pt/wp-content/uploads/2020/03/favicon_dgs.svg COVID-19 https://covid19.min-saude.pt 32 32 Mais de 100 pessoas assintomáticas comunicaram autoteste positivo ao SNS 24 https://covid19.min-saude.pt/mais-de-100-pessoas-assintomaticas-comunicaram-autoteste-positivo-ao-sns-24/ Tue, 13 Apr 2021 13:26:18 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=11531600 Mais de uma centena de utentes sem sintomas de COVID-19 comunicaram ao Centro de Contacto do Serviço Nacional de Saúde (SNS 24) o resultado de autoteste positivo, segundo dados da SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.

Os testes começaram a ser distribuídos nas farmácias e parafarmácias no dia 2 de abril e até à data de ontem, «o SNS 24 registou 114 contactos de utentes assintomáticos que comunicaram resultado de autoteste positivo», adiantou a SPMS à agência Lusa.

«Quando os utentes transmitem um resultado inconclusivo ou positivo é emitida automaticamente uma requisição de teste laboratorial Covid-19 (RT-PCR)», explica.

Os testes rápidos de antigénio foram autorizados, permitindo à população fazer o autoteste à COVID-19, na sequência de um regime excecional aprovado pelo Governo.

O Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento já autorizou a comercialização de dois autotestes em Portugal dos fabricantes «Genrui Biotech Inc» e «SD Biosensor, Inc», que podem ser vendidos à unidade ou em conjunto de cinco e 25 testes.

As regras constam em circular conjunta da Direção-Geral (DGS) da Saúde, do Infarmed e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, publicada a 19 de março, que define os critérios de inclusão, operacionalização da utilização e reporte de resultados dos autotestes da Covid-19, que só podem ser dispensados a maiores de 18 anos.

Fonte: Serviço Nacional de Saúde – COVID-19 | Autoteste

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Portugal regista aumento da incidência entre os 0 e os 9 anos https://covid19.min-saude.pt/portugal-regista-aumento-da-incidencia-entre-os-0-e-os-9-anos/ Tue, 13 Apr 2021 13:25:20 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=11531649 O Diretor de Serviços de Informação e Análise da Direção-Geral da Saúde, André Peralta Santos, adiantou esta terça-feira que Portugal regista atualmente “uma redução muito assinalável [da incidência de COVID-19] em todos os grupos etários”, mas, nas últimas semanas, verificou-se um aumento na faixa etária dos 0 aos 9 anos.

Segundo o responsável, observou-se uma inversão da tendência e um aumento na faixa etária dos 0 aos 9 anos de idades, que não está distribuído igualmente por todo o território.

André Peralta revelou que o aumento nas faixas etárias mais jovens é mais visível nas regiões do Grande Porto e de Lisboa e Vale do Tejo.

Adicionalmente, começa a registar-se também um aumento da incidência entre os 25 e os 55 anos, que traduz a população ativa.

Por outro lado, regista-se uma tendência de decréscimo na faixa etárias dos 80+, que é mais vulnerável à hospitalização e à morte por COVID-19.

Nas últimas semanas, sublinhou, Portugal assistiu também uma diminuição das hospitalizações e dos internamentos em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI), bem como da mortalidade.

Segundo o diretor da DSIA, “houve uma intensificação da testagem da semana 13 para a semana 14”, verificando-se que concelhos com maior incidência têm maior testagem”.

No mesmo período, houve uma diminuição da taxa de positividade, que é inferior a 4%.

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Incidência moderada em Portugal. Região do Algarve com valores mais elevados https://covid19.min-saude.pt/incidencia-moderada-em-portugal-regiao-do-algarve-com-valores-mais-elevados/ Tue, 13 Apr 2021 13:24:08 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=11531601 Portugal apresenta atualmente uma incidência cumulativa a 14 dias “moderada, próxima dos 71 casos por 100.000 habitantes, e com uma tendência ligeiramente crescente”.

Os dados foram comunicado esta terça-feira de manhã por André Peralta Santos, diretor de Serviços de Informação e Análise da Direção-Geral da Saúde, na reunião do Infarmed, em Lisboa.

Na intervenção na sessão de apresentação sobre a “Situação epidemiológica da COVID-19 em Portugal”, o responsável referiu que “o Algarve é a região de Portugal Continental que apresenta uma incidência mais elevada”.

No que diz respeito à dispersão geográfica da incidência, existem 22 concelhos com uma incidência cumulativa superior a 120 casos por 100.000 habitantes, o que corresponde a uma população de aproximadamente 646.000 pessoas.

Estes concelhos estão dispersos por todas as Administrações Regionais de Saúde (ARS), mas o Alentejo e o Algarve são as regiões que apresentam mais concelhos com uma incidência superior.

Na semana de 21 a 27 de março, o Baixo Alentejo e o Algarve registaram maiores crescimentos, depois na semana seguinte “algum crescimento também na zona do Algarve, do Barlavento para o Sotavento, e depois na última semana com algum crescimento também na zona norte da zona do Grande Porto e de Trás os Montes”.

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Relatório de monitorização das linhas vermelhas para a COVID-19 https://covid19.min-saude.pt/relatorio-de-monitorizacao-das-linhas-vermelhas-para-a-covid-19/ Sun, 11 Apr 2021 09:14:07 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=11468590 A Direção-Geral da Saúde (DGS) e o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) disponibilizam o mais recente relatório com a monitorização das linhas vermelhas para a COVID-19. O relatório inclui os diversos indicadores descritos no documento das Linhas Vermelhas, nomeadamente a incidência a 14 dias e o índice de transmissibilidade (Rt), nacionais e por região de saúde.

Do resumo do relatório n.º 2 destaca-se o seguinte:

  • A incidência de infeção por SARS-CoV-2/COVID-19 nos últimos 14 dias foi de 66/100.000 habitantes, com tendência ligeiramente crescente a nível nacional. Estima-se que o tempo de duplicação da incidência seja de 86 dias pelo que, à taxa atual, serão necessários 2 ou mais meses para se atingirem 120 casos/100.000 habitantes;
  • O índice de transmissibilidade, Rt, é superior a 1, tanto a nível nacional (1,02) como nas várias regiões, com exceção do Alentejo (0,99). Mantem-se o aumento do Rt desde 10 de fevereiro de 2021, exceto no Algarve onde se observa uma redução em comparação com o último relatório (1,19 para 1,05), sugerindo o desacelerar do aumento da incidência na região;
  • O número diário de casos de COVID-19 internados em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente tem sido decrescente e a 7 de abril de 2021 era de 122, inferior ao valor crítico definido (245 camas ocupadas);
  • A nível nacional, a proporção de testes positivos para SARS-CoV-2 foi 1,5% (2 a 8 de abril), valor que se mantém abaixo do objetivo definido de 4%, sendo que o total de testes realizados nos últimos 7 dias foi de 238.821;
  • A proporção de casos confirmados notificados com atraso mantém a tendência decrescente e nos últimos 7 dias, todos os casos de infeção por SARS-CoV-2/ COVID-19 foram isolados em menos de 24 horas após a notificação, e foram rastreados e isolados 95,0% dos seus contactos;
  • Dados de sequenciação genética relativos a março indicaram que a variante B.1.1.7 (associada ao Reino Unido) representava já 82.9% dos casos de infeção por SARS-CoV-2/ COVID-19 em Portugal (Continente e Regiões Autónomas). A frequência das variantes B.1.351 (associada à África do Sul) e da variante P.1 (associada a Manaus) eram respetivamente 2.5% e 0,4%;
  • A análise global dos indicadores sugere uma situação epidemiológica com transmissão comunitária de moderada intensidade e reduzida pressão nos serviços de saúde. Verificou-se um ligeiro aumento da transmissão nas faixas etária mais jovens, mas com menor risco de evolução desfavorável da doença;
  • O recente período Pascal e o início do desconfinamento são fatores que podem interferir na situação descrita, com reflexos visíveis nas próximas semanas.

Consulte o relatório aqui.

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DGS recomenda utilização da vacina da AstraZeneca acima dos 60 anos https://covid19.min-saude.pt/dgs-recomenda-utilizacao-da-vacina-da-astrazeneca-acima-dos-60-anos/ Fri, 09 Apr 2021 09:48:34 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=11394502 O Comité de Avaliação de Risco em Farmacovigilância (PRAC) da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) informou ontem (dia 7 de abril) que existe uma possível ligação entre a administração da vacina contra a COVID-19 da AstraZeneca e a ocorrência de eventos trombóticos em localizações atípicas. Nesta sequência, estes fenómenos passam a constar do resumo das características do medicamento como reações adversas. A COVID-19 é uma doença grave associada a risco de internamento e de mortalidade. Globalmente, a EMA considerou que os benefícios relacionados com a prevenção da COVID-19 superam o risco destes efeitos adversos.

Em concreto:

  • Acima dos 60 anos não houve uma associação entre a utilização desta vacina e a ocorrência destes fenómenos trombóticos;
  • Abaixo dos 60 anos há uma associação a fenómenos trombóticos raros e acima do esperado, que continuam em investigação;
  • A decisão de vacinar tem sempre em conta um balanço entre os benefícios (prevenir a doença) e os riscos (reações adversas da vacina);
  • À medida que a idade avança, o risco de complicações por COVID-19 aumenta e diminui o risco dos eventos trombóticos que estão a ser associados a esta vacina. Nas populações mais jovens, o risco de complicações de COVID-19 é baixo, sobretudo em pessoas sem doenças, e é nestas populações que foram verificados os fenómenos trombóticos em investigação.

O objetivo da Campanha de Vacinação contra a COVID-19 em Portugal é salvar vidas e prevenir a doença grave. Este objetivo é alcançado com qualquer uma das vacinas aprovadas e utilizadas em Portugal.

A Direção-Geral da Saúde recomenda a administração da vacina da AstraZeneca a pessoas com mais de 60 anos, onde não se observou uma associação a risco de efeitos adversos e onde os benefícios da vacinação são claros.

O Plano é ajustado para garantir que todas as pessoas serão vacinadas com a vacina que garante a sua maior proteção e segurança, de acordo com os grupos prioritários definidos.

Relativamente às pessoas que já foram vacinadas com a vacina da AstraZeneca, recorda-se que estes fenómenos são extremamente raros, recomendando-se, no entanto, que as pessoas vacinadas se mantenham atentas ao surgimento de eventuais sintomas nas duas semanas após a vacinação e que contactem o seu médico assistente em caso de dúvidas.

As pessoas com menos de 60 anos que receberam a primeira dose desta vacina têm já alguma proteção contra a COVID-19 e devem aguardar mais informações. O intervalo entre doses desta vacina é de 3 meses.

Para informação adicional sobre a vacina Vaxzevria consultar a informação difundida pelo INFARMED e as atualizações do Resumo das Características do Medicamento e do Folheto Informativo.

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Mais de 579 mil pessoas completamente vacinadas contra a COVID-19 https://covid19.min-saude.pt/mais-de-579-mil-pessoas-completamente-vacinadas-contra-a-covid-19/ Wed, 07 Apr 2021 11:43:26 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=11338835 Mais de 579 mil pessoas (6% da população) residentes em Portugal já têm a vacinação completa contra a COVID-19, o que representa mais cerca de 84 mil do que na semana passada.

De acordo com o relatório de vacinação publicado esta terça-feira pela Direção-Geral da Saúde, cerca de 13% da população (1.334.338) tem pelo menos uma dose da vacina contra a COVID-19, o que significa mais 135.736 do que na semana passada.

Até ao dia 4 de abril, Portugal recebeu 2.334.530 doses da vacina contra a COVID-19, tendo distribuído 1.996.561 doses no continente.

À data, 85% da população com idade igual ou superior a 80 anos já tinha recebido pelo menos uma dose da vacina, enquanto 44% das pessoas desta faixa etária já tinham a vacinação completa.

Mais informações em: Relatório de Vacinação nº8.

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Mais de 400 relatórios de situação publicados https://covid19.min-saude.pt/mais-de-400-relatorios-de-situacao-publicados/ Wed, 07 Apr 2021 11:43:25 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=11338839 A Direção-Geral da Saúde (DGS) ultrapassou esta terça-feira, dia 6 de abril, a barreira dos 400 relatórios diários sobre a COVID-19.

Desde o dia 3 de março que a DGS dá a conhecer aos cidadãos a situação epidemiológica nacional, nomeadamente o acumulado de casos de COVID-19, o número de óbitos e o número de recuperados.

Ao longo dos últimos meses, o boletim sofreu diversas melhorias, passando, por exemplo, a incluir a variação dos diferentes indicadores (casos ativos, recuperados, óbitos e confirmados) em relação ao dia anterior.

Às segundas-feiras, a DGS publica também as taxas de incidência nos mais de 300 concelhos do país.

Desde a semana passada que a DGS e o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) passaram a disponibilizar também um relatório de monitorização das linhas vermelhas para a COVID-19, que passará a ser publicado semanalmente, às sextas-feiras.

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Portugal inicia hoje segunda fase do plano de desconfinamento https://covid19.min-saude.pt/portugal-inicia-hoje-segunda-fase-do-plano-de-desconfinamento/ Mon, 05 Apr 2021 11:05:33 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=11247988 Portugal entra hoje na segunda fase do plano de desconfinamento do país devido à pandemia. Os alunos dos 2.º e 3.º ciclos retomam hoje as aulas presenciais e voltam a estar disponíveis as Atividades de Tempos Livres dirigidas a esses estudantes, assim como centros de dia e equipamentos sociais de apoio à deficiência.

Na área da restauração, a segunda fase do desconfinamento em Portugal continental prevê também que os restaurantes, as pastelarias e os cafés que tenham esplanada podem reabrir esses espaços ao ar livre, mas com grupos limitados a um máximo de quatro pessoas.

No que se refere ao comércio, a partir de hoje as lojas com porta para a rua com menos de 200 metros quadrados deixam de ter de vender ao postigo e passam a poder ter as suas portas abertas ao público, para, de acordo com a rotação e as regras da Direção-Geral da Saúde, poderem fazer atendimento presencial dos seus clientes.

Os ginásios também voltam a reabrir, mas ainda sem a possibilidade de aulas em grupo.

A partir de hoje, e durante a próxima quinzena, a proibição da circulação entre concelhos no continente português deixa de estar em vigor, mantendo-se encerrada a fronteira terrestre entre Portugal e Espanha.

Fonte: Serviço Nacional de Saúde – COVID-19 | Desconfinamento

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DGS e INSA publicam relatório de monitorização das linhas vermelhas para a COVID-19 https://covid19.min-saude.pt/dgs-e-insa-publicam-relatorio-de-monitorizacao-das-linhas-vermelhas-para-a-covid-19/ Sat, 03 Apr 2021 20:10:35 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=11211902 A Direção-Geral da Saúde (DGS) e o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) disponibilizam hoje um relatório de monitorização das linhas vermelhas para a COVID-19, que passará a ser publicado semanalmente, às sextas-feiras.

O relatório inclui os diversos indicadores descritos no documento das Linhas Vermelhas, nomeadamente a incidência a 14 dias e o índice de transmissibilidade (Rt), nacionais e por região de saúde.

O documento considera também a evolução dos internamentos em Unidades de Cuidados Intensivos a nível nacional, bem como o grupo etário com maior número de casos COVID-19 internados em UCI.

A par destas informações é apresentada a evolução da proporção de testes positivos para SARS-CoV-2, a proporção de casos confirmados de infeção notificados com atraso (mais de 24 horas) na plataforma de suporte ao SINAVE e a proporção de isolamento e rastreamento nas primeiras 24 horas, assim como o número de profissionais envolvidos no rastreamento de contactos.

Por último, o relatório tem um capítulo dedicado às novas variantes de SARS-CoV-2, onde são apresentadas as proporções das Variantes de Preocupação, por região de saúde.

A monitorização destes indicadores é fundamental para o acompanhamento da evolução da epidemia de COVID-19 em Portugal e para dotar as autoridades de saúde e o público de informação que permita implementar medidas que contribuam para o seu controlo.

Consulte o Relatório: Monitorização das linhas vermelhas para a COVID-19

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DGS publica Manual sobre literacia para promover a adesão à vacinação https://covid19.min-saude.pt/dgs-publica-manual-sobre-literacia-para-promover-a-adesao-a-vacinacao/ Fri, 26 Mar 2021 11:24:47 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=10968292 A Direção-Geral da Saúde (DGS) divulga esta sexta-feira um manual sobre a Literacia em Saúde e Comunicação para promover a adesão da população à vacinação contra a COVID-19, salientando o papel dos profissionais de saúde na disseminação de mensagens que promovam a vacinação e no esclarecimento da população.

O manual, que pretende ser um referencial baseado em princípios da Promoção da Literacia em Saúde, Ciências da Comunicação e do Comportamento, começa por explicar, de forma simples e clara, o processo de desenvolvimento das vacinas, e a forma como atuam os diferentes tipos de vacinas.

O documento apresenta recomendações para todos os que possam ter um papel fundamental na promoção da vacinação, com grande enfoque para os profissionais de saúde e para os cientistas. Os profissionais de saúde devem, por exemplo, recomendar a vacina aos seus utentes, evidenciando os benefícios a nível individual e coletivo, e explicando que os mesmos são largamente superiores ao risco. Devem priorizar as perspetivas dos utentes, procurando esclarecer dúvidas e preocupações que possam ter. Os decisores e influenciadores nas comunidades desempenham também um papel relevante na promoção da vacinação em todas as oportunidades, podendo ajudar a reduzir as barreiras que possam impedir que algumas pessoas se vacinem. Em contexto de pandemia, ativar as competências da população para a literacia em saúde potencia o cumprimento das medidas de prevenção e controlo da COVID-19 e ajuda a garantir o sucesso da vacinação. O papel de todos, enquanto agentes da saúde pública, é reforçado ao relembrar que se a maioria das pessoas apoiar a vacinação, estarão a dar um sinal positivo a outras que podem estar mais relutantes.

Todas as estratégias podem ser consultadas neste manual, que de uma forma clara, simples e concisa, disponibiliza informação sobre o processo e a importância da adesão à vacinação.

Mais informações em: Direção-Geral da Saúde | Literacia em Saúde e Comunicação na Promoção da Adesão à Vacinação contra a COVID-19

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