COVID-19 https://covid19.min-saude.pt Página Inicial Tue, 26 May 2020 16:47:25 +0000 pt-PT hourly 1 https://covid19.min-saude.pt/wp-content/uploads/2020/03/favicon_dgs.svg COVID-19 https://covid19.min-saude.pt 32 32 Aumento da testagem não se reflete num aumento proporcional de casos https://covid19.min-saude.pt/aumento-da-testagem-nao-se-reflete-num-aumento-proporcional-de-casos/ Tue, 26 May 2020 16:47:21 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=3000596 O Secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, disse esta terça-feira que “o aumento de testagem [à COVID-19] continua”. Porém, não se está a “refletir num aumento proporcional de casos, o que é seguramente um bom indicador”.

Em declarações aos jornalistas na conferência de imprensa de atualização dos dados da pandemia, o governante adiantou que Portugal já ultrapassou a barreira dos 750.000 testes de diagnóstico à infeção provocada pelo novo coronavírus, e mantém a tendência de aumento da testagem.

Na sua intervenção inicial, o responsável atualizou também os dados relativos à plataforma Trace COVID: 430.000 mil utentes inscritos, dos quais 14.700 em vigilância clínica.

A linha de aconselhamento psicológico, referiu, continua a atender em média 200 chamadas por dia, enquanto a plataforma de videochamadas para cidadãos surdos já atendeu 70 pessoas.

De acordo com o relatório epidemiológico publicado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), o país regista 31.007 casos confirmados de COVID-19, mais 219 do que ontem, o que corresponde a um aumento de 0.7%, e 1.342 óbitos relacionados com a infeção (mais 12).

Por outro lado, Portugal contabiliza 18.096 casos de recuperação da COVID-19 (mais 274 do que na segunda-feira), que representam 58.4% do total de casos.

Dos 513 casos em internamento (1.6% do total), 71 encontram-se em unidades de Cuidados Intensivos (menos 1 do que ontem).

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Número de infeções em lares de idosos está a diminuir https://covid19.min-saude.pt/numero-de-infecoes-em-lares-de-idosos-esta-a-diminuir/ Tue, 26 May 2020 16:47:19 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=3000595 Portugal regista 285 casos de infeção em lares de idosos, “o que representa uma diminuição”, disse esta terça-feira o Secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, na conferência de imprensa diária de atualização dos dados da pandemia de COVID-19.

“Quanto aos lares, registamos 285 casos de infeção por COVID-19, o que representa uma diminuição. São 11,3% do universo de Estruturas Residenciais Para Idosos. No Alentejo, por exemplo, já não há, de momento, lares com casos positivos”, avançou o governante.

O responsável disse ainda que existe registo de 1.760 utentes positivos, dos quais 190 estão internados em unidades hospitalares.

“Continuamos empenhados em proteger os mais vulneráveis, em identificar focos de doença, enquanto continuamos a preparar o Serviço Nacional de Saúde, não só para a resposta COVID e não-COVID, como também para garantir condições de resposta a esta pandemia, que é pandemia flexível, dinâmica e imprevisível”, afirmou Lacerda Sales, na sua intervenção inicial.

De acordo com o relatório epidemiológico publicado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), o país regista 31.007 casos confirmados de COVID-19, mais 219 do que ontem, o que corresponde a um aumento de 0.7%, e 1.342 óbitos relacionados com a infeção (mais 12).

Por outro lado, Portugal contabiliza 18.096 casos de recuperação da COVID-19 (mais 274 do que na segunda-feira), que representam 58.4% do total de casos.

Dos 513 casos em internamento (1.6% do total), 71 encontram-se em unidades de Cuidados Intensivos (menos 1 do que ontem).

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Mais de 11 mil pessoas em vigilância em Lisboa e Vale do Tejo https://covid19.min-saude.pt/mais-de-11-mil-pessoas-em-vigilancia-em-lisboa-e-vale-do-tejo/ Tue, 26 May 2020 16:46:05 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=3000594 A região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) tem, neste momento, 11.359 pessoas em vigilância por parte das autoridades de saúde, que correspondem sobretudo aos infetados em focos de contágio e aos seus contactos próximos, adiantou esta terça-feira a Diretora-Geral da Saúde.

Na conferência de imprensa de atualização dos dados da pandemia, Graça Freitas afirmou que “foram notificados 209 novos casos nas últimas 24 horas” na região de LVT, o que se deve “a alguns fatores, entre eles alguns surtos, mais ou menos localizados”.

Na área abrangida pelo centro de saúde de Almada/Seixal, por exemplo, existem “três focos comunitários, que no total têm, à data, identificadas 32 pessoas positivas”. No bairro da Jamaica, por exemplo, existem 16 infetados.

“Obviamente que as autoridades de saúde deste ACES, a Câmara Municipal do Seixal e outros intervenientes têm atuado diretamente nos bairros onde se estão a passar estes fenómenos e têm atuado diretamente nos aglomerados familiares destas pessoas para tentar encontrar casos secundários e quebrar cadeias de transmissão”, disse a especialista em saúde pública.

Na Azambuja, prosseguiu, existem 125 casos confirmados de COVID-19, tendo sido identificados dois casos novos em duas empresas diferentes, um dos quais era contacto domiciliário de um infetado.

“A situação em Lisboa é complexa, está sob observação, mas também está sob medidas de controlo”, assegurou a responsável, destacando que “está a ser feito um grande esforço de identificar precocemente estes doentes”.

A maior parte dos infetados, sublinhou Graça Freitas, são jovens e saudáveis e, portanto, são seguidos em domicílio.

Questionada sobre a possibilidade de encerrar empresas na Azambuja, a Diretora-Geral da Saúde afirmou que se têm encontrado “muito poucos casos positivos nos últimos dias” e “tudo indica que a situação está sob observação e tende para o controlo”.

De acordo com o relatório epidemiológico publicado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), o país regista 31.007 casos confirmados de COVID-19, mais 219 do que ontem, o que corresponde a um aumento de 0.7%, e 1.342 óbitos relacionados com a infeção (mais 12).

Por outro lado, Portugal contabiliza 18.096 casos de recuperação da COVID-19 (mais 274 do que na segunda-feira), que representam 58.4% do total de casos.

Dos 513 casos em internamento (1.6% do total), 71 encontram-se em unidades de Cuidados Intensivos (menos 1 do que ontem).

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Direção-Geral da Saúde publica informação sobre visitas a prisões https://covid19.min-saude.pt/direcao-geral-da-saude-publica-informacao-sobre-visitas-a-prisoes/ Tue, 26 May 2020 16:22:28 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=3000062 A Direção-Geral da Saúde (DGS) publicou uma informação sobre os procedimentos a adotar nas visitas nos serviços prisionais e tutelares educativos em contexto de pandemia, onde consta, por exemplo, o agendamento das visitas e a limitação da duração das mesmas, que não devem exceder os 30 minutos.

“Nesta primeira fase de abertura às visitas, e sem prejuízo de outras medidas que venham a ser implementadas, importa esclarecer e difundir procedimentos que permitam a sua realização, em condições sanitárias adequadas a esta fase da pandemia”, lê-se no documento, que prevê a retoma das visitas durante o mês de junho.

Além do agendamento e da limitação da duração das visitas, é necessário reorganizar (e se necessário diminuir) o número de lugares disponíveis por parlatório, de forma a garantir o distanciamento físico recomendado de, pelo menos, 2 metros. Deve também ser privilegiado o uso de videoconferência, especialmente se o espaço não permitir manter o distanciamento.

Para evitar aglomerados de pessoas à entrada e saída do espaço, devem ser definidos horários de visitas desfasados.

Em contexto de pandemia de COVID-19, é necessário garantir o cumprimento das regras da etiqueta respiratória, da correta higienização das mãos, do distanciamento físico recomendado e da correta utilização de máscara (desde a entrada até à saída do estabelecimento). Se for identificado um caso positivo, as visitas podem ser temporariamente suspensas.

O espaço destinado às visitas deve ser reorganizado, de forma a assegurar o distanciamento. Caso não seja possível, deve ser considerada a utilização de barreiras físicas que assegurem o contacto visual e auditivo.

Entre outros cuidados, os visitantes não devem usar as instalações sanitárias destinadas aos reclusos/jovens e devem higienizar as mãos à entrada e saída do espaço das visitas.

De ressalvar que as visitas no Hospital Prisional S. João de Deus e na Clínica de Psiquiatria do Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo seguirão as orientações que vierem a ser publicadas pela DGS para os hospitais do SNS e adaptadas ao contexto prisional.

Para mais informações, consulte a Informação n.º 012/2020.

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Piscinas ao ar livre obedecem às mesmas regras das praias https://covid19.min-saude.pt/piscinas-ao-ar-livre-obedecem-as-mesmas-regras-das-praias/ Tue, 26 May 2020 13:14:28 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=2994650 As piscinas ao ar livre vão ser sujeitas às mesmas w2regras das praias, “com as necessárias adaptações”, lê-se no decreto-lei publicado esta segunda-feira em Diário da República, que regula o acesso, a ocupação e a utilização das praias de banhos, no contexto da pandemia da COVID-19, para a época balnear de 2020.

O diploma, que entra hoje em vigor, “aplica-se, com as necessárias adaptações, à utilização das piscinas ao ar livre, devendo as regras especiais aplicáveis a estas ser objeto de regulamentação”.

“As regras especiais a adotar quanto à ocupação e à utilização das piscinas ao ar livre, e bem assim quanto à garantia da qualidade da água, salubridade e segurança das instalações, são aprovadas, no prazo máximo de sete dias a contar da data da publicação do presente decreto-lei, por despacho dos membros do Governo responsáveis pelas áreas da economia, das autarquias locais e da saúde, considerando as orientações da DGS”, lê-se no decreto-lei.

Entre os deveres dos utentes, destaca-se, por exemplo, a necessidade de cumprir as medidas de etiqueta respiratória, de limpeza frequente das mãos e de distanciamento físico dos outros utentes.

O decreto-lei prevê também a definição de um sentido de circulação nos acessos, sendo que, se houver mais do que uma entrada, deve ser definido um local para entrada e outro para saída. Na circulação nesses espaços, deve ser mantido o distanciamento físico de segurança de um metro e meio entre os utentes.

Para mais informações, consulte o Decreto-Lei n.º 24/2020.

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Decreto-lei que regula o acesso e a utilização das praias entra hoje em vigor https://covid19.min-saude.pt/decreto-lei-que-regula-o-acesso-e-a-utilizacao-das-praias-entra-hoje-em-vigor/ Tue, 26 May 2020 13:13:14 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=2994652 O decreto-lei que “regula o acesso, a ocupação e a utilização das praias de banhos, no contexto da pandemia da doença COVID-19, para a época balnear de 2020” entra hoje em vigor.

Publicado ontem em Diário da República, o decreto-lei define “as regras aplicáveis às águas balneares identificadas como praias de banhos, uma vez que nestas existe maior concentração de utentes, a comercialização de bens e serviços e, ainda, um maior número de espaços e equipamentos, o que pode resultar num aumento do risco de contágio, caso não sejam adotadas as regras de higiene e segurança”.

Entre os deveres dos utentes, destaca-se, por exemplo, a necessidade de cumprir as medidas de etiqueta respiratória, de limpeza frequente das mãos e de distanciamento físico dos outros utentes, tanto na utilização da praia, como no banho no mar ou no rio.

Para evitar uma afluência excessiva, “as entidades concessionárias devem sinalizar o estado de ocupação das praias de banhos que correspondem à sua concessão”, nomeadamente através de uma sinalética com as cores verde, amarelo e vermelho. Uma responsabilidade que passa para as autarquias quando a praia não é concessionada.

A informação sobre a ocupação das praias deverá também ser disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), através da aplicação “Info praia”.

O decreto-lei prevê também a definição de um sentido de circulação nos acessos à praia, sendo que, se houver mais do que uma entrada, deve ser definido um local para entrada e outro para saída. Na circulação nesses espaços, deve ser mantido o distanciamento físico de segurança de um metro e meio entre os utentes.

Na utilização do areal, terá que ser garantida também a distância física de segurança de um metro e meio entre cada utente, exceto quando os utentes integram o mesmo grupo. Já os chapéus de sol devem estar afastados, no mínimo, três metros.

Atendendo à necessidade de manter o distanciamento, pode ser autorizado pelas autoridades competentes o alargamento excecional da área concessionada definida para a colocação de toldos, colmos e barracas [que não devem ser usados por mais de cinco pessoas], sendo que o aluguer faz-se por referência a dois períodos temporais do dia, decorrendo o da manhã até às 13.30, e iniciando-se o da tarde às 14.00.

De acordo com a legislação publicada, “fica interdita a disponibilização e a utilização de quaisquer equipamentos de uso coletivo, nomeadamente gaivotas, escorregas, chuveiros interiores de corpo ou de pés, e outras estruturas similares”. Os outros equipamentos, nomeadamente chuveiros exteriores, espreguiçadeiras, colchões e cinzeiros de praia, devem ser limpos diariamente de acordo com as orientações definidas pela DGS, relativas à limpeza e desinfeção de superfícies.

A venda ambulante na praia é permitida desde que sejam respeitadas as regras e orientações de higiene e segurança definidas pelas autoridades de saúde e que seja usada máscara ou viseira pelo vendedor no contacto com os utentes.

Para mais informações, consulte o Decreto-Lei n.º 24/2020.

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INSA iniciou trabalho de campo do Inquérito Serológico Nacional https://covid19.min-saude.pt/insa-iniciou-trabalho-de-campo-do-inquerito-serologico-nacional/ Tue, 26 May 2020 11:34:06 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=2990720 O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) iniciou esta segunda-feira o trabalho de campo do Inquérito Serológico Nacional COVID-19, que visa avaliar a presença de anticorpos contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2) na população residente em Portugal e monitorizar a sua evolução ao longo tempo.

O inquérito de base populacional, feito em colaboração com a Associação Nacional de Laboratórios Clínicos e com vários hospitais do Serviço Nacional de Saúde, prevê a realização de cinco estudos epidemiológicos transversais.

Em comunicado, o INSA explica que o inquérito “permitirá conhecer a prevalência de anticorpos anti-SARS-CoV-2 de modo a determinar a extensão da infeção na população residente em Portugal, assim como determinar e comparar a seroprevalência de anticorpos em grupos etários específicos”.

Adicionalmente, “o estudo permitirá também estimar a fração de infeções subclínicas e assintomáticas e monitorizar a evolução distribuição de anticorpos ao longo do tempo”.

Na primeira fase, serão selecionados 1.720 indivíduos com 10 ou mais anos de idade e 352 crianças até aos 9 anos de idade que recorram, durante as próximas três semanas, a um dos cerca de 100 laboratórios ou hospitais parceiros para a realização de análises laboratoriais de rotina.

Para participar, terão que autorizar a colheita adicional de uma pequena quantidade de sangue que irá ser analisada no INSA e que preencher um breve questionário para recolha de dados clínicos e epidemiológicos, que serão codificados para não permitirem a identificação individual do participante.

Segundo o INSA, os resultados deste primeiro estudo piloto deverão ser tornados públicos durante o mês de julho. “Os estudos transversais subsequentes serão realizados cerca de cinco meses após o primeiro estudo e posteriormente de três em três meses até um ano (total de quatro estudos), podendo estes trabalhos de investigação ser ajustados de acordo com o curso da epidemia de modo a responder às necessidades de informação de cada momento”, lê-se na nota emitida pelo instituto.

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Já foram realizados mais de 745 mil testes de diagnóstico https://covid19.min-saude.pt/ja-foram-realizados-mais-de-745-mil-testes-de-diagnostico/ Mon, 25 May 2020 08:27:00 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=2986453 O Secretário de Estado da Saúde adiantou esta segunda-feira que já foram realizados mais de 745.000 testes de diagnóstico à COVID-19 desde o dia 1 de março, a maioria dos quais em laboratórios públicos.

António Lacerda Sales falava aos jornalistas na conferência de imprensa de atualização dos dados da pandemia, onde revelou os números mais recentes sobre a testagem à COVID-19 em Portugal.

Segundo o governante, entre os dias 1 e 23 de maio, o país realizou em média 13.700 testes de diagnóstico por dia. Do total de amostras processadas, 44.7% foram em laboratórios públicos, 40.2% em privados e 15.1% noutros laboratórios, nomeadamente da academia.

Atualmente, Portugal conta com 87 laboratórios a realizar testes de diagnóstico à COVID-19, sendo que 37 fazem parte da rede pública, 26 dos privados e 24 de outras instituições.

Sobre o surto de COVID-19 na Azambuja, a Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, disse que “à medida que se fazem mais testes nos setores da Sonae afetados, encontram-se mais casos positivos”.

Até ao momento, foram feitos testes de diagnóstico a 346 trabalhadores da empresa, dos quais 121 acusaram positivo. Destas pessoas, adiantou a responsável, “30 e poucas apresentam sintomas” e “apenas uma está internada, mas estável”. No âmbito do mesmo surto, foram detetados mais dois casos positivos numa empresa e três noutra.

O Secretário de Estado da Saúde disse também que ontem chegaram mais 60 ventiladores a Portugal, “cruciais para aumentar a nossa capacidade de resposta nos cuidados intensivos”. E, na próxima semana, “continuarão a chegar equipamentos”.

De acordo com o último relatório epidemiológico publicado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), o país tem 30.788 casos confirmados de COVID-19, mais 165 do que no dia de ontem, ou seja, mais 0.5%.

Por outro lado, registam-se 531 casos em internamento hospitalar, dos quais 72 em unidades de Cuidados Intensivos (menos 6 do que no domingo), e 1.330 óbitos relacionados com a infeção (mais 14).

A taxa de letalidade situa-se atualmente nos 4.3% para a população em geral e nos 16.7% para as faixas etárias acima dos 70 anos.

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Portugal deverá vir a estudar pessoas supercontagiosas https://covid19.min-saude.pt/portugal-devera-vir-a-estudar-pessoas-supercontagiosas/ Mon, 25 May 2020 08:27:00 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=2986454 A Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, explicou hoje que os supercontagiosos são “pessoas que têm uma capacidade muito grande de contagiar outras”, não só pelas caraterísticas do próprio vírus, mas pelas circunstâncias da sua vida social.

Questionada sobre um estudo feito em Espanha, que diz que um terço a metade dos infetados são supercontagiadores, a responsável disse que ainda não foi feito nenhum estudo do género em Portugal, mas acredita que virá a ser realizado.

“Sempre que há grandes epidemias acabam por se descobrir pessoas que, de facto, transmitiram o vírus a muitas outras pessoas”, explicou a especialista em saúde pública.

Segundo a Diretora-Geral da Saúde, “a vida social das pessoas contribui muito para que possam ou não disseminar a doença”, além “das caraterísticas do próprio vírus”.

Quando existe “vida ativa no período de incubação”, pode “dar origem a muitos casos secundários”.

De acordo com o último relatório epidemiológico publicado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), o país tem 30.788 casos confirmados de COVID-19, mais 165 do que no dia de ontem, ou seja, mais 0.5%.

Por outro lado, registam-se 531 casos em internamento hospitalar, dos quais 72 em unidades de Cuidados Intensivos (menos 6 do que no domingo), e 1.330 óbitos relacionados com a infeção (mais 14).

A taxa de letalidade situa-se atualmente nos 4.3% para a população em geral e nos 16.7% para as faixas etárias acima dos 70 anos.

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Quase 58% dos infetados já recuperaram da COVID-19 https://covid19.min-saude.pt/quase-58-dos-infetados-ja-recuperaram-da-covid-19/ Mon, 25 May 2020 08:25:00 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=2986452 Portugal regista esta segunda-feira mais 273 casos de recuperação da COVID-19, o que eleva para 17.822 o número total de pessoas recuperadas da infeção provocada pelo novo coronavírus.

Neste momento, o número de pessoas curadas corresponde a 57.9% do total de infetados, como explicou hoje o Secretário de Estado na Saúde, António Lacerda Sales, na conferência de imprensa de atualização dos dados da pandemia.

A Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, esclareceu que o aumento significativo que se registou nos últimos dias neste número está relacionado com as melhorias na plataforma Trace COVID-19, que agora permite “perceber se o doente foi dado como curado”, o que não acontecia na fase inicial da epidemia.

Questionada pelos jornalistas sobre as infeções em crianças, a especialista em saúde pública adiantou que existem 14 crianças internadas com COVID-19 no Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, duas das quais em Cuidados Intensivos. Estas são crianças, sublinhou, com “doenças crónicas graves”.

Para Graça Freitas, “é prematuro e precoce” associar estes números ao desconfinamento.

Sobre o desconfinamento, Lacerda Sales alertou que “desconfinar não é descontrair” e “normalizar não é desresponsabilizar”. “Temos o dever cívico de nos protegermos e protegermos os outros”, destacou.

De acordo com o último relatório epidemiológico publicado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), o país tem 30.788 casos confirmados de COVID-19, mais 165 do que no dia de ontem, ou seja, mais 0.5%.

Por outro lado, registam-se 531 casos em internamento hospitalar, dos quais 72 em unidades de Cuidados Intensivos (menos 6 do que no domingo), e 1.330 óbitos relacionados com a infeção. Este indicador sofreu um aumento de 14 face ao dia anterior, mas apenas 6 aconteceram nas últimas 24 horas, sendo que os restantes resultaram de uma verificação dos certificados de óbito.

A taxa de letalidade situa-se atualmente nos 4.3% para a população em geral e nos 16.7% para as faixas etárias acima dos 70 anos.

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