COVID-19 https://covid19.min-saude.pt Página Inicial Tue, 14 Jul 2020 16:11:01 +0000 pt-PT hourly 1 https://covid19.min-saude.pt/wp-content/uploads/2020/03/favicon_dgs.svg COVID-19 https://covid19.min-saude.pt 32 32 Mais 485 casos de recuperação nas últimas 24 horas https://covid19.min-saude.pt/mais-485-casos-de-recuperacao-nas-ultimas-24-horas/ Tue, 14 Jul 2020 16:10:56 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=4564678 Portugal regista esta terça-feira 31.550 casos de recuperação da COVID-19, o que representa um aumento de 485 face ao número registado ontem, segundo o boletim epidemiológico publicado hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

O número de recuperados é mais do dobro do número de novos casos, que nas últimas 24 horas foi de 233. Desta forma, o país conta com 47.051 infetados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

Do total de novos casos, 143 foram notificados na região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT), que continua a ser aquela que concentra o maior número de novos casos de COVID-19.

Por outro lado, registam-se mais 6 mortes, pelo que o país contabiliza agora 1.668 óbitos relacionados com a pandemia da COVID-19.

Em termos percentuais, o aumento de óbitos foi de 0,4% (passou de 1.662 para 1.668) e o de casos confirmados 0,5% (de 46.818 para 47.051).

Em número de casos, Lisboa e Vale do Tejo lidera com 23.008, seguida pela região Norte (18.184, com 41 casos novos), a região Centro (4.297, 21 casos novos), o Algarve (725, 17 casos novos) e o Alentejo (586, 10 casos novos).

Nos Açores mantém-se o número de novos casos e de mortes, à semelhança da Madeira, que totaliza 99 casos e nenhuma morte registada.

Apesar dos aumentos em Lisboa e Vale do Tejo, é o Norte que regista o maior número de mortes (823), depois surge Lisboa e Vale do Tejo (547), Centro (250), Alentejo (18), Algarve (15) e Açores (15).

Nas últimas 24 horas, o número de pessoas internadas subiu de 467 para 472 (mais cinco), bem como os internados em cuidados intensivos, que passaram de 63 para 69 (mais seis).

Em relação à informação sobre os casos por concelho, o relatório de hoje já inclui a atualização da imputação de casos aos concelhos, com Lisboa, por exemplo, a registar mais 439 em relação ao boletim anterior. Continuam a existir 11 concelhos com mais de mil casos, com Lisboa (4.084), Sintra (3.219) e Loures (2.088) à cabeça.

As autoridades de saúde têm sob vigilância 34.641 contactos de pessoas infetadas – mais 340 do que na segunda-feira – e 1.472 casos aguardam resultado laboratorial.

O número de doentes dados como recuperados aumentou de 31.065 para 31.550 (mais 485).

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Direção-Geral da Saúde atualizou os dados por concelhos https://covid19.min-saude.pt/direcao-geral-da-saude-atualizou-os-dados-por-concelhos/ Tue, 14 Jul 2020 16:10:22 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=4564671 A Direção-Geral da Saúde publicou esta terça-feira o boletim epidemiológico da COVID-19, onde incluiu a imputação de casos aos concelhos, que se encontrava suspensa para revisão e análise desde o dia 5 de julho.

A informação apresentada por concelhos refere-se ao total de notificações médicas no sistema SINAVE, não incluindo notificações laboratoriais. Como tal, pode não corresponder à totalidade dos casos por concelho.

Com esta atualização, o concelho de Lisboa, por exemplo, regista mais 439 casos do que no boletim anterior. Por outro lado, continuam a existir 11 concelhos com mais de mil casos, com Lisboa (4.084), Sintra (3.219) e Loures (2.088) a liderar.

A caracterização demográfica dos casos confirmados terá uma atualização semanal publicada à segunda-feira, na pendência de desenvolvimentos nos sistemas de informação.

De acordo com o último relatório de situação, Portugal regista mais 233 casos confirmados de COVID-19, o que eleva para 47.051 o número total de infetados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. Do total de novos casos, 143 foram notificados na região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT).

Por outro lado, registam-se mais 6 mortes, pelo que o país contabiliza agora 1.668 óbitos relacionados com a pandemia da COVID-19.

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Direção-Geral da Saúde publica norma para blocos operatórios e procedimentos cirúrgicos https://covid19.min-saude.pt/direcao-geral-da-saude-publica-norma-para-blocos-operatorios-e-procedimentos-cirurgicos/ Tue, 14 Jul 2020 13:38:23 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=4559160 A Direção-Geral da Saúde (DGS) publicou esta terça-feira uma norma (014/2020) sobre as medidas de prevenção e controlo da COVID-19 a adotar em blocos operatórios e procedimentos cirúrgicos.

De acordo com o documento, as unidades de saúde devem elaborar um plano que permita operacionalizar a abordagem cirúrgica urgente/emergente do doente suspeito ou confirmado de COVID-19, implementar os seus protocolos internos e providenciar a formação e treino adequado dos profissionais de saúde do bloco operatório.

A norma determina quais as medidas a adotar no bloco operatório, bem como a organização dos cuidados cirúrgicos ao doente com infeção por SARS-CoV-2 e a otimização de estruturas e condições ambientais.

Os blocos operatórios de unidades hospitalares devem reunir algumas caraterísticas, nomeadamente destinar um bloco operatório exclusivo para doentes com COVID-19, de forma a evitar a possível contaminação das restantes salas de cirurgia. Este deve ser usado durante todo o período da pandemia e não deve ter recirculação de ar.

Relativamente à pressão, devem ser realizadas adaptações na estrutura dos blocos operatórios, para garantir condições ambientais de pressão negativa, entre outras medidas.

O documento refere também os procedimentos a adotar no pré-operatório, no transporte do doente para o bloco e no intraoperatório de doentes com infeção confirmada ou suspeita por SARS-CoV-2.

A norma contempla ainda as medidas de controlo da infeção relacionadas com a anestesia, a abordagem no pós-operatório e a preparação do doente para a alta, entre outras.

Para mais informações, consulte a Norma n.º 014/2020, de 14/07/2020.

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Direção-Geral da Saúde integra comissão de expansão da capacidade laboratorial https://covid19.min-saude.pt/direcao-geral-da-saude-integra-comissao-de-expansao-da-capacidade-laboratorial/ Tue, 14 Jul 2020 13:33:29 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=4559161 A Direção-Geral da Saúde (DGS) integra a recém-criada Comissão de Avaliação e Acompanhamento do Plano de Expansão da Capacidade Laboratorial Nacional para diagnóstico de SARS-CoV-2, onde está representada pelo enfermeiro Sérgio Gomes.

De acordo com o despacho, publicado esta sexta-feira, dia 10 de julho, em Diário da República, “nesta fase de retoma da atividade, o diagnóstico laboratorial assume um papel essencial para a gestão de casos de COVID-19, ao nível da preparação e implementação rápida da resposta, da deteção precoce e da rápida implementação de medidas de controlo da infeção”.

No preâmbulo do diploma, o Secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, refere que “o Ministério da Saúde pretende dotar o País de uma rede de diagnóstico, reforçada e alargada, com capacidade acrescida de testagem que permita detetar o reaparecimento do vírus e dar resposta célere e integrada a eventuais novos surtos em Portugal, pelo que se considera estratégico reforçar a capacidade nacional de diagnóstico para o SARS-CoV-2”.

Esta comissão tem como objetivos avaliar a capacidade de aumento de produção de testes na atual rede de laboratórios de diagnóstico, promovendo a maximização da utilização de equipamentos e infraestruturas da rede de laboratórios, promover a expansão da atual rede de laboratórios do Serviço Nacional de Saúde e avaliar, na lógica de custo-benefício, a adequação de investimento em equipamentos e infraestruturas dos atuais e de novos laboratórios de diagnóstico de SARS-CoV-2.

A comissão é constituída por 12 pessoas, entre as quais Fernando Almeida, presidente do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), Diogo Luís Batalha Soeiro Serras Lopes, vice-presidente da Administração Central do Sistema de Saúde, e Sérgio Gomes, da DGS.

Para mais informações, consulte o Despacho n.º 7057/2020.

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Diretora-Geral da Saúde alerta para os cuidados a ter com as temperaturas altas https://covid19.min-saude.pt/diretora-geral-da-saude-alerta-para-os-cuidados-a-ter-com-as-temperaturas-altas/ Mon, 13 Jul 2020 17:06:26 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=4540545 A Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, alertou esta segunda-feira para os perigos relacionados com as temperaturas elevadas que se vão fazer sentir esta semana, pedindo especial atenção às crianças, idosos, grávidas e doentes crónicos.

“Prevêem-se temperaturas muito elevadas e com aquilo que se designam noites tropicais, ou seja, em que a temperatura não vai descer dos 20 graus”, afirmou, destacando que estas circunstâncias costumam estar associadas a uma maior morbilidade e eventualmente maior mortalidade.

Na conferência de imprensa de atualização dos dados da pandemia da COVID-19, a especialista em saúde pública recordou a importância de medidas básicas como a ingestão de água ou sumos de fruta natural sem açúcar.

“A água tem de ser bebida mesmo que não haja a sensação de sede. Isto é muito importante para as pessoas idosas, que muitas vezes não têm a sensação de sede e têm que ser incentivadas pelos familiares ou cuidadores para que bebam água”, sublinhou.

Segundo Graça Freitas, as refeições devem ser frias, leves e mais frequentes e o vestuário deve ser largo. Adicionalmente, é aconselhável o uso de chapéu e óculos de sol.

A especialista em saúde pública destacou a importância de passar duas a três horas por dia em ambientes frescos, para ajudar a manter o corpo a uma temperatura aceitável e que não represente danos para a saúde.

Quem trabalha no exterior deve ter também a preocupação de se hidratar com frequência e proteger-se com roupa adequada.

A Diretora-Geral da Saúde lembrou ainda que a atividade física deve ser moderada e que os doentes crónicos, como os diabéticos, devem ter as suas doenças de base controladas para que o calor não as descompense.

“Se precisar de ajuda não se esqueça de ligar para o 112, se for uma situação de emergência, ou para o SNS 24 (808 24 24 24). Vai ser uma semana muito quente e esse calor vai ter influência na nossa saúde”, frisou.

Também presente na conferência de imprensa, o Secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, alertou que “não podemos vacilar nos cuidados a ter face às temperaturas elevadas que se fazem sentir e vão continuar, com efeitos diretos na nossa saúde”.

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Ferramentas de recolha e tratamento de dados estão a ser melhoradas https://covid19.min-saude.pt/ferramentas-de-recolha-e-tratamento-de-dados-estao-a-ser-melhoradas/ Mon, 13 Jul 2020 16:19:10 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=4539454 Portugal está a melhorar as ferramentas disponíveis para a recolha e tratamento de dados, para que a informação disponível a cada momento seja o retrato mais fiel da situação no terreno, adiantou esta segunda-feira o Secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, na conferência de imprensa de atualização dos dados da pandemia.

A pedido da Direção-Geral da Saúde, revelou, os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) encontram-se a fazer uma “intervenção profunda sobre os sistemas de recolha e tratamento de dados epidemiológicos, com o objetivo de reduzir as tarefas manuais, acelerando o processo diário de produção do boletim e diminuindo a possibilidade de ocorrência de erros”.

“Só com transparência, rigor e com o contributo de todos conseguiremos vencer as sucessivas batalhas que este vírus nos vem colocando”, sublinhou o governante.

Também presente na conferência de imprensa, Luís Góis Pinheiro, presidente da SPMS, destacou o “trabalho de grande cooperação” que está a ser desenvolvido com a DGS, no sentido de melhorar os vários sistemas.

Existem operações que atualmente exigem uma grande intervenção manual por parte dos técnicos da DGS e que “se pretende que sejam cada vez mais automatizadas, com o objetivo de elevar muito a celeridade na obtenção da informação e diminuir o erro”.

“Este trabalho está praticamente na fase final. Estamos em testes com a DGS com o objetivo de ter a ferramenta finalizada a muito breve trecho”, destacou Góis Pinheiro, acrescentando que a ferramenta Trace COVID-19 está também a ser melhorada.

O Trace COVID-19 permite fazer a gestão da pandemia e dar apoio aos médicos que mantêm os doentes em vigilância. Segundo Luís Góis Pinheiro, o aperfeiçoamento desta ferramenta vai “permitir tratar cada vez mais a informação” e “apoiar as decisões daqueles que têm de as tomar”.

Para a Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, as melhorias que estão a ser levadas a cabo vão traduzir-se em mais rapidez do processo de análise: “Em vez de termos muitas pessoas a olhar durante muitas horas para toda a informação, para que não tenha duplicados e apareça o mais certa possível, os automatismos que estão a ser testados vão permitir rapidez no processo e alguma segurança adicional”.

Graça Freitas aproveitou ainda a conferência de imprensa para lançar um apelo aos médicos e laboratórios para “que preencham tanto quanto possível os formulários”, que admitiu poderem ser “complexos e não muito amigáveis”, mas também serem essenciais para se conseguir acompanhar a epidemia.

De acordo com o boletim epidemiológico publicado hoje pela Direção-Geral da Saúde, Portugal regista 46.818 casos confirmados de COVID-19, o que representa mais 306 casos do que no dia de ontem (mais 0.7%).

Por outro lado, registam-se mais 158 pessoas recuperadas da COVID-19, o que eleva para 31.065 o número de pessoas que se curaram, ou seja, 66.4% dos casos confirmados.

Dos 14.091 casos ativos, 96.7% encontram-se a recuperar no domicílio, enquanto 3.3% estão internados, dos quais 0.4% em unidades de Cuidados Intensivos e 2.9% em enfermaria.

Nas últimas 24 horas foram registados mais dois óbitos relacionados com a COVID-19, pelo que o país contabiliza agora um total de 1.662 mortes.

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Portugal contratou 3.900 profissionais de saúde desde o início da pandemia https://covid19.min-saude.pt/portugal-contratou-3-900-profissionais-de-saude-desde-o-inicio-da-pandemia/ Mon, 13 Jul 2020 16:18:48 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=4539453 O Secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, fez esta segunda-feira uma atualização do acréscimo de recursos humanos desde o início da pandemia: “Temos hoje mais cerca de 3.900 profissionais de saúde nas nossas unidades de saúde”.

O governante falava aos jornalistas na conferência de imprensa de atualização dos dados da pandemia da COVID-19, onde agradeceu “o contributo de todos nesta luta longa e difícil”.

Do total de profissionais de saúde infetados, 3.258 já recuperaram da COVID-19, ou seja, 81%.

Na sua intervenção inicial, Lacerda Sales revelou também que foram transferidos mais de 6.600 doentes dos hospitais do SNS para as unidades da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados desde o dia 9 de março e encontradas mais de 620 respostas sociais, que permitiram libertar camas hospitalares.

Segundo o governante, o país tem atualmente 5.5% das Estruturas Residenciais Para Idosos (ERPI’s) com casos de funcionários ou utentes infetados, o equivalente a 153 unidades. “Mantém-se a tendência de decréscimo, o que é um sinal de alento e de motivação. Não desistimos de proteger os mais vulneráveis”, frisou.

De acordo com o boletim epidemiológico publicado hoje pela Direção-Geral da Saúde, Portugal regista 46.818 casos confirmados de COVID-19, o que representa mais 306 casos do que no dia de ontem (mais 0.7%).

Por outro lado, registam-se mais 158 pessoas recuperadas da COVID-19, o que eleva para 31.065 o número de pessoas que se curaram, ou seja, 66.4% dos casos confirmados.

Dos 14.091 casos ativos, 96.7% encontram-se a recuperar no domicílio, enquanto 3.3% estão internados, dos quais 0.4% em unidades de Cuidados Intensivos e 2.9% em enfermaria.

Nas últimas 24 horas foram registados mais dois óbitos relacionados com a COVID-19, pelo que o país contabiliza agora um total de 1.662 mortes.

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Direção-Geral da Saúde publica orientação para pessoas em situação de vulnerabilidade https://covid19.min-saude.pt/direcao-geral-da-saude-publica-orientacao-para-pessoas-em-situacao-de-vulnerabilidade/ Mon, 13 Jul 2020 10:39:27 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=4529692 A Direção-Geral da Saúde publica esta segunda-feira uma Orientação para as populações em situação de maior vulnerabilidade social e económica, que estão expostas a diversos riscos sociais.

O documento é dirigido a pessoas com necessidades de saúde especiais, pessoas cujo risco de vulnerabilidade aumenta com o confinamento social, pessoas migrantes e refugiadas, em situação de sem-abrigo, com comportamentos aditivos e com carências socioeconómicas.

A orientação apresenta um conjunto de medidas e ações a implementar regional e localmente com recurso à articulação local entre as diversas entidades, para que seja dada uma resposta adequada, atempada e articulada a estas populações em matéria de Saúde Pública.

Entre as medidas gerais a implementar destacam-se, por exemplo, o envolvimento das populações na identificação das suas necessidades, a prestação de serviços que permitam o cumprimento do isolamento/confinamento (alimentação, medicamentos, disponibilidade de abrigos, entre outros) e a divulgação de informação de múltiplas formas e em canais distintos.

Para as pessoas com necessidades especiais de saúde, é necessário assegurar a continuidade dos cuidados de saúde, nomeadamente o acesso a medicamentos, a terapia hormonal, quimioterapia, cuidados de saúde mental, entre outros. Nas deslocações para fora do domicílio, os doentes imunossuprimidos devem usar máscara cirúrgica.

As pessoas dependentes de substâncias psicoativas estão particularmente vulneráveis à degradação das suas condições sociais durante a pandemia.

Além dos problemas relacionados com as necessidades básicas, existem outros de acesso às substâncias aditivas de que dependem, que necessitam do acompanhamento adequado e adaptado ao atual contexto epidémico.

A orientação propõe um conjunto de medidas para estas populações, como a prescrição eletrónica da medicação e o recurso à teleconsulta para a monitorização da situação clínica.

O documento apresenta também as recomendações para a população migrante, refugiados e populações portuguesas ciganas em exclusão social, como o acesso não discriminatório aos serviços de saúde e de apoio social e o acesso a informação sobre os sinais e sintomas da COVID-19, bem como as várias respostas existentes em Portugal, tal como consta na Informação 010/2020 da DGS.

A publicação indica ainda as medidas a adotar pelas entidades públicas e organizações da sociedade civil que apoiam populações em situação de vulnerabilidade, assim como os procedimentos a adotar perante um caso suspeito.

Consulte a Orientação n.º 035/2020, de 13/07/2020.

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Portugal regista mais 305 casos recuperados de COVID-19 e menos 12 internamentos https://covid19.min-saude.pt/portugal-regista-mais-305-casos-recuperados-de-covid-19-e-menos-12-internamentos/ Sat, 11 Jul 2020 17:17:00 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=4512097 Portugal regista este sábado mais 342 casos confirmados e mais oito mortes por COVID-19 em relação a sexta-feira, de acordo com o relatório da situação publicado pela Direção-Geral de Saúde (DGS). Nas últimas 24 horas recuperaram mais 305 doentes, o que significa que recuperaram 30.655 pessoas desde o início da pandemia. O número de pessoas internadas desceu de 471 para 459, no entanto, houve mais dois doentes internados em cuidados intensivos, num total de 68.

Até ao momento, confirmaram-se 46.221 casos de doença e 1.654 óbitos.

Os dados acumulados incluem já os 200 casos que estavam em fase de revisão e que foram atribuídos aos relatórios referentes a 30 de junho, 1, 2 e 3 de julho (inclusive).

Os novos casos na região de Lisboa e Vale do Tejo – 259 – representam 75,7% do total de novos casos no país inteiro. Até ao momento foram contabilizados 22.385 casos na região, mais 2,1% que na sexta-feira. Os oito óbitos deste sábado verificaram-se na também nesta região.

Na região Norte contabilizam-se 18.068 casos (mais 67), seguindo-se a região Centro com 4.255 (mais um), Algarve com 695 casos (mais sete) e Alentejo com 570 casos (mais oito).

Os Açores e a Madeira registam 153 e 95 casos, respetivamente.

Os números dos concelhos mantêm-se em revisão, devendo esta tarefa estar terminada no dia 14 de julho, como anunciado na nota de imprensa de 10 de julho.

As autoridades de saúde mantêm sob vigilância 34.082 contactos de pessoas infetadas, havendo 1.705 pessoas a aguardar resultados laboratoriais.

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Orientação da DGS estabelece recomendações para estaleiros de construção https://covid19.min-saude.pt/orientacao-da-dgs-estabelece-recomendacoes-para-estaleiros-de-construcao/ Sat, 11 Jul 2020 17:00:00 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=4512204 A Direção-Geral da Saúde (DGS) publicou uma Orientação (034/2020) com as recomendações à prevenção e controlo da transmissão da COVID-19 em estaleiros de construção, assim como os procedimentos a adotar perante um caso suspeito de COVID-19.

Entre as medidas destacadas, estão a obrigatoriedade da existência de dispensadores de solução anti-sética à base de álcool em todos os estaleiros, a proibição de partilha de artigos pessoais, como marmitas, garrafas de água ou canetas, e a garantia do distanciamento físico de 2 metros entre pessoas durante os trabalhos.

Para cumprir este objetivo, cada estaleiro deve rever o planeamento da atividade antes do início de cada tarefa, limitando o

número de trabalhadores a operar em simultâneo, optando pelo teletrabalho sempre que aplicável e exequível, criando circuitos que evitem o cruzamento entre as pessoas ou reduzindo ao mínimo necessário as reuniões presenciais.

Outra medida relevante é a que prevê o distanciamento nas zonas de descanso dos trabalhadores que, em caso de necessidade, pode justificar a adoção de turnos na utilização destes espaços. Sempre que possível, os espaços devem ser ventilados.

As portas devem estar abertas sempre que possível e as superfícies, espaços e equipamentos desinfetados com regularidade. As ferramentas não devem ser partilhadas ou então devem ser desinfetadas quando utilizadas por pessoas diferentes.

Os trabalhadores devem ter formação para aprenderem a monitorizar sinais e sintomas compatíveis com a COVID-19, abstendo-se de ir trabalhar quando registem sintomas. O uso de máscara é obrigatório sempre que não existam outros equipamentos de proteção individual específicos para a função.

No transporte até ao local de trabalho, a máscara é também obrigatória, tal como nos transportes públicos. A lotação é também reduzida para dois terços nestes veículos, tendo as viaturas de ser limpas e desinfetadas em zonas como o volante, manete de velocidades, painel de comandos ou pegas das portas.

Leia mais aqui: https://www.dgs.pt/directrizes-da-dgs/orientacoes-e-circulares-informativas/orientacao-n-0342020-de-11072020-pdf.aspx

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