COVID-19 https://covid19.min-saude.pt Página Inicial Sat, 23 Oct 2021 00:08:32 +0000 pt-PT hourly 1 https://covid19.min-saude.pt/wp-content/uploads/2020/03/favicon_dgs.svg COVID-19 https://covid19.min-saude.pt 32 32 DGS publica Referencial outono/inverno https://covid19.min-saude.pt/dgs-publica-referencial-outono-inverno/ https://covid19.min-saude.pt/dgs-publica-referencial-outono-inverno/#respond Fri, 22 Oct 2021 21:01:00 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049814 A Direção-Geral da Saúde (DGS) publica esta sexta-feira o Referencial outono/inverno 2021-22, que pretende ser um documento orientador da ação no setor da saúde, de acordo com a evolução epidemiológica da COVID-19 e os potenciais desafios relacionados com este período do ano.

O documento contempla um conjunto de estratégias a implementar face a possíveis cenários para o período de outono/inverno e tem como principal objetivo fornecer uma resposta eficiente e coordenada, reduzindo o potencial impacto deste período na saúde da população em geral e, em especial, nos grupos de risco.

O Referencial pretende orientar a operacionalização da resposta ao nível regional e local e assenta em seis linhas estratégicas: vigilância e intervenção em Saúde Pública; vacinação; gestão de casos; resposta intersetoriale literacia e comunicação.

Dirigido às entidades do Ministério da Saúde, o documento não substitui os planos específicos de reforço da capacidade de resposta e recuperação do sistema de saúde e do Serviço Nacional de Saúde.

Consulte aqui o referencial.

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Portugueses mudaram a alimentação e melhoraram a atividade física durante a pandemia https://covid19.min-saude.pt/portugueses-mudaram-a-alimentacao-e-melhoraram-a-atividade-fisica-durante-a-pandemia/ https://covid19.min-saude.pt/portugueses-mudaram-a-alimentacao-e-melhoraram-a-atividade-fisica-durante-a-pandemia/#respond Sat, 16 Oct 2021 10:35:56 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049769 Um estudo desenvolvido pela Direção-Geral da Saúde (DGS), em parceria com o Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, indica que os hábitos alimentares e de atividade física dos portugueses alteraram-se ao longo dos primeiros 12 meses de pandemia da COVID-19 e que a maioria considera que mudaram para melhor.

Este é um dos principais resultados do REACT-COVID 2.0, agora divulgado, no âmbito do Dia Mundial da Alimentação. De acordo com o estudo, 36,8% das pessoas inquiridas reportaram ter mudado os seus hábitos alimentares, comparativamente ao período pré-pandemia. Destas, 58,2% têm a perceção de que mudaram para melhor e 41,8% para pior. Passaram a recorrer a refeições take-away (32,2%) e a consumir mais snacks doces (26,3%), mas também a ingerir mais água (22,3%), hortícolas (18,6%) e fruta (15,2%).

As alterações positivas nos hábitos alimentares parecem relacionar-se essencialmente com a possibilidade de se realizarem mais refeições em casa ou com o número de refeições cozinhadas (33,4% e 19,4%, respetivamente). Quanto às mudanças menos positivas, podem relacionar-se com variações no apetite motivadas por razões emocionais (24,9%).

Este estudo foi realizado em dois momentos: nos meses de abril e maio de 2020 e em período homólogo de 2021. Comparativamente ao primeiro período de recolha de dados, os fatores emocionais ganham destaque. Já os fatores associados às preocupações com a situação económica parecem perder influência nos comportamentos alimentares. Associado à relevância dos fatores emocionais verificam-se níveis elevados de “fome pelo prazer de comer”.

Foram, assim, identificados padrões distintos de consumo alimentar. O menos saudável foi mais prevalente nos portugueses que apresentam um nível elevado de “fome pelo prazer de comer”, bem como nas pessoas com mais dificuldades económicas e em risco de insegurança alimentar.

As orientações produzidas pela DGS sobre alimentação durante a pandemia foram consideradas úteis pela maioria da população (79,6%) e em particular pela população menos escolarizada (81,7%), o que sugere a importância do papel das instituições de saúde na promoção da literacia em saúde.

Os resultados deste inquérito confirmam, também, a tendência de melhoria dos níveis de atividade física da população. Dos inquiridos, 54,3% apresentam níveis adequados de atividade física para a promoção da saúde (46% em 2020; 48.1% em 2017). Não obstante, aumentou também o tempo sedentário, sendo este de 7 ou mais horas por dia para 46,4% dos inquiridos (38.9% em 2020).

Entre as atividades mais praticadas, destacam-se a caminhada, seguida pelas atividades de fitness, treino de força e corrida (estas últimas duas significativamente mais adotadas pelos homens). Quanto às atividades do dia-a-dia, as tarefas domésticas continuam a prevalecer nas mulheres (84.7% vs. 46.3% nos homens) e o subir e descer escadas como forma de se manter ativo é reportado por cerca de 62% dos inquiridos.

A segunda fase da análise (maio e junho de 2021) confirmou o impacto do contexto pandémico nos hábitos alimentares e de atividade física dos portugueses, sugerindo que as alterações observadas nos primeiros meses da pandemia se mantiveram.

A análise contou com uma amostra de 4.930 indivíduos, com 18 ou mais anos.

Consulte o estudo REACT-COVID 2.0 aqui.

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Portugal vai iniciar a administração em simultâneo das vacinas contra a COVID-19 e contra a gripe https://covid19.min-saude.pt/portugal-vai-iniciar-a-administracao-em-simultaneo-das-vacinas-contra-a-covid-19-e-contra-a-gripe/ https://covid19.min-saude.pt/portugal-vai-iniciar-a-administracao-em-simultaneo-das-vacinas-contra-a-covid-19-e-contra-a-gripe/#respond Fri, 15 Oct 2021 18:06:00 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049774 A vacinação contra a COVID-19 vai poder ser feita em simultâneo com a vacina contra a gripe a partir de segunda-feira, dia 18 de outubro. Esta medida visa facilitar a adesão à vacinação no âmbito das campanhas de vacinação contra a gripe e contra a COVID-19.

A possibilidade de coadministração das vacinas passa a estar contemplada nas normas da vacinação contra a COVID-19 e contra gripe, que são hoje atualizadas pela Direção-Geral da Saúde.

A coadministração de outras vacinas é uma prática de vacinação realizada em Portugal e no mundo no âmbito dos Programas Nacionais de Vacinação, que visa otimizar os esquemas vacinais recomendados.

Os dados disponíveis analisados pela Comissão Técnica de Vacinação contra a COVID-19 (CTVC), que incluem os resultados da reunião do grupo de peritos da Organização Mundial da Saúde em matéria de vacinação, mostram que existe um perfil de segurança aceitável após a toma de ambas as vacinas.

Por outro lado, os dados também sugerem a manutenção da eficácia de ambas as vacinas, uma vez que, até à data, não existe evidência de alteração da resposta imunológica.

As vacinas devem ser administradas em locais anatómicos diferentes, salvo casos excecionais, e os utentes devem ser informados sobre as possíveis reações adversas, podendo optar por uma administração em dias diferentes. Para isso devem informar os profissionais de saúde no dia da vacinação e proceder à marcação de nova data para que seja administrada a segunda vacina.

A DGS e a CTVC, conjuntamente com o INFARMED, IP e o INSA, IP, mantêm o acompanhamento atento do conhecimento científico, da situação epidemiológica, as avaliações de farmacovigilância e de efetividade das vacinas, podendo alterar as suas recomendações se for necessário.

Consulte a norma aqui.

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Iniciaram a vacinação 95% dos portugueses com idades entre os 25 e os 49 anos https://covid19.min-saude.pt/iniciaram-a-vacinacao-95-dos-portugueses-com-idades-entre-os-25-e-os-49-anos/ https://covid19.min-saude.pt/iniciaram-a-vacinacao-95-dos-portugueses-com-idades-entre-os-25-e-os-49-anos/#respond Wed, 13 Oct 2021 15:22:49 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049753 O Relatório de Vacinação n.º 35 indica que cerca de 95% (3.166.051) das pessoas com idade compreendida entre os 25 e os 49 anos iniciaram a vacinação e 92% (3.077.962) já têm o esquema vacinal completo.

O sucesso da campanha de vacinação é também visível nos restantes grupos etários. Na faixa etária 12-17 anos foi administrada a primeira dose da vacina a 88% (550.469). Neste grupo, 521.571 pessoas terminaram a vacinação, o que equivale a 84%.

Relativamente aos jovens com idade entre os 18 e os 24 anos, 91% (713.217) têm pelo menos uma dose da vacina e 87% (679.724) a vacinação completa.

No grupo etário entre os 50 e os 64 anos, 100% tomaram pelo menos a primeira dose e 98% terminaram a vacinação.

Quanto aos mais velhos, o Relatório refere que também 100% das pessoas com mais de 65 ou mais anos têm pelo menos uma dose da vacina e a mesma percentagem de portugueses inseridos nesta faixa etária possui a vacinação completa.

Segundo o documento, 8.975.593 pessoas (87% da população) tem pelo menos uma dose da vacina contra a COVID-19 e 8.782.671 (85%) a vacinação completa.

Cerca de 20.414.230 doses já foram recebidas por Portugal Continental e Regiões Autónomas, tendo sido distribuídas 16.394.069.

Consulte o Relatório de Vacinação n.º 35.

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Visitas hospitalares com menos restrições https://covid19.min-saude.pt/visitas-hospitalares-com-menos-restricoes/ https://covid19.min-saude.pt/visitas-hospitalares-com-menos-restricoes/#respond Tue, 12 Oct 2021 13:12:53 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049733 A Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou a Orientação 038/2020, que define as recomendações para acompanhantes e visitas nas unidades hospitalares.

A Orientação refere que os Conselhos de Administração dos Hospitais, Centros Hospitalares e Unidades Locais de Saúde, em articulação com o Grupo de Coordenação Local do PPCIRA (GCL-PPCIRA), devem facilitar as visitas aos doentes internados e adaptar o Regulamento de Visitas em conformidade.

Nos termos da legislação em vigor, os visitantes devem apresentar o Certificado Digital COVID da UE válido ou, em alternativa, um resultado negativo num teste para SARS-CoV-2: teste rápido de antigénio (TRAg) realizado até 48 horas antes, autoteste no próprio dia e no local e sob supervisão de um responsável ou teste PCR até 72 horas antes da visita.

As recomendações de prevenção e controlo de infeção devem continuar a ser respeitadas, nomeadamente o distanciamento físico entre visitante, utente e profissionais de saúde; etiqueta respiratória; utilização correta de máscara cirúrgica; e higienização frequente das mãos. Também o número de visitantes por utente internado deve ser ajustado para garantir o eficaz cumprimento das medidas de prevenção e controlo de infeção.

O documento determina, ainda, que os utentes internados nos serviços de saúde do Serviço Nacional de Saúde têm direito a assistência religiosa, independentemente da sua religião.

Consulte a Orientação nº 038/2020 de 17/12/2020, atualizada a 12/10/2021.

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Terceira dose começa a ser administrada a idosos com mais de 65 anos e residentes em lares https://covid19.min-saude.pt/terceira-dose-comeca-a-ser-administrada-a-idosos-com-mais-de-65-anos-e-residentes-em-lares/ https://covid19.min-saude.pt/terceira-dose-comeca-a-ser-administrada-a-idosos-com-mais-de-65-anos-e-residentes-em-lares/#respond Sat, 09 Oct 2021 18:53:17 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049717 A terceira dose da vacina contra a COVID-19 vai começar a ser administrada a pessoas com 65 e mais anos e a utentes de lares e de unidades cuidados continuados.

Norma n.º 002/2021 de 30/01/2021, atualizada 08/10/2021, estabelece que, na Fase 3 da campanha de vacinação, deverá ser dada uma dose de reforço a pessoas com 65 ou mais anos, sendo a prioridade as pessoas com 80 ou mais anos e utentes de lares e da rede de cuidados continuados e de outras instituições similares.

A Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, sublinhou, numa conferência de imprensa conjunta com o responsável da unidade de investigação epidemiológica do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), Baltazar Nunes, que esta dose de reforço da imunidade “destina-se, nesta fase, às pessoas com mais idade, porque há sempre esta associação entre o fator idade e o fator vulnerabilidade”.

Segundo a Norma, a terceira dose, com a vacina da Pfizer/BioNtech, será administrada seis meses após a última dose.

A Diretora-Geral da Saúde explicou, ainda, que a administração da dose de reforço aos profissionais de saúde está a ser ponderada, mas para já estes não são considerados prioritários.

Relativamente aos imunossuprimidos, Graça Freitas adiantou que já está a ser administrada uma dose adicional da vacina contra o SARS-CoV-2 e que, até à data, já receberam essa dose entre 12 mil e 13 mil pessoas.

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Meta alcançada: 85% da população tem a vacinação completa https://covid19.min-saude.pt/meta-alcancada-85-da-populacao-tem-a-vacinacao-completa/ https://covid19.min-saude.pt/meta-alcancada-85-da-populacao-tem-a-vacinacao-completa/#respond Sat, 09 Oct 2021 18:34:02 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049714 Com a administração de cerca de 15,3 milhões de vacinas em Portugal Continental, foi atingido o objetivo de ter 85% da população totalmente vacinada contra a COVID-19.

Portugal torna-se, assim, o primeiro país do mundo a atingir a meta de 85% da população vacinada, tendo cerca de 8,4 milhões de pessoas o esquema vacinal completo.

A Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, afirmou que 9 de outubro foi um “dia feliz”, salientando que esta meta foi alcançada por ter sido dada “uma oportunidade a todos, sem distinção de ninguém, de se poderem vacinar”. 

Para Graça Freitas, a superação daquele objetivo é “um orgulho” para o país, tendo destacado, em declarações à agência Lusa, que tal apenas foi conseguido com a colaboração da população dos profissionais envolvidos na vacinação e da Task Force.

O Ministério da Saúde avançou, em comunicado, que, relativamente à população adolescente, entre os 12 e os 17 anos, em Portugal Continental, estima-se que já cerca de 88% tenha iniciado o seu esquema vacinal, sendo que, destes, 83% já terão a vacinação completa.

“Este importante marco só foi possível graças ao compromisso e esforços de todos os profissionais de saúde e outras entidades envolvidas nesta campanha de vacinação, incluindo forças armadas, forças de segurança e autarquias”, reforçou.

No mesmo comunicado, o Ministério da Saúde enaltece “a forte adesão da população a esta campanha de vacinação, contributo essencial para Portugal alcançar as metas definidas”, concluindo que “os portugueses confiaram na ciência, nas vacinas e nos seus benefícios”.

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Relatório de monitorização das linhas vermelhas para a COVID-19 | Relatório nº 28 – 08/10/2021 https://covid19.min-saude.pt/relatorio-de-monitorizacao-das-linhas-vermelhas-para-a-covid-19-relatorio-no-28-08-10-2021/ https://covid19.min-saude.pt/relatorio-de-monitorizacao-das-linhas-vermelhas-para-a-covid-19-relatorio-no-28-08-10-2021/#respond Sat, 09 Oct 2021 09:22:14 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049705 A Direção-Geral da Saúde (DGS) e o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) divulgam o relatório n.º 28 de monitorização das linhas vermelhas para a COVID-19. O relatório inclui os diversos indicadores descritos no documento das Linhas Vermelhas, nomeadamente a incidência a 14 dias e o índice de transmissibilidade (R(t)), nacionais e por região de saúde.

Do presente documento, destacam-se os seguintes pontos:

  • O número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 83 casos, com tendência decrescente a nível nacional. Nenhuma região apresentou uma incidência superior ao limiar de 240 casos em 14 dias por 100 000 habitantes;
  • No grupo etário com idade superior ou igual a 65 anos, o número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 14 dias, foi de 69 casos, com tendência estável a nível nacional;
  • O R(t) apresenta valor inferior a 1, indicando uma tendência decrescente da incidência de infeções por SARS-CoV-2 a nível nacional (0,92) e em todas as regiões, com exceção da região do Alentejo que apresenta uma tendência crescente (1,05);
  • O número de casos de COVID-19 internados em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) no continente revelou uma tendência decrescente, correspondendo a 22% (na semana anterior foi de 27%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas;
  • A nível nacional, a proporção de testes positivos para SARS-CoV-2 foi de 1,4% (na semana anterior foi de 1,2%) encontrando-se abaixo do limiar definido de 4,0%. Observou-se um decréscimo do número de testes para deteção de SARS-CoV-2 realizados nos últimos sete dias;
  • A proporção de casos confirmados notificados com atraso foi de 8,4% (na semana passada foi de 4,7%), mantendo-se abaixo do limiar de 10,0%;
  • Nos últimos sete dias, 94% dos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19 foram isolados em menos de 24 horas após a notificação e, no mesmo período, foram rastreados e isolados, quando necessário, todos os contactos em 86% dos casos;
  • A variante Delta (B.1.617.2), originalmente associada à Índia, é a variante dominante em todas as regiões, com uma frequência relativa de 100% (em atualização) dos casos avaliados na semana 38/2021 (20 a 26 de setembro) em Portugal;
  • A mortalidade específica por COVID-19 (7,8 óbitos em 14 dias por 1 000 000 habitantes) apresenta uma tendência decrescente, o que revela um impacte reduzido da pandemia em termos de mortalidade por COVID-19 (menor que 10 óbitos por milhão em 14 dias);
  • A análise dos diferentes indicadores revela uma atividade epidémica de SARS-CoV-2 de intensidade reduzida, com tendência decrescente a nível nacional, assim como uma reduzida pressão nos serviços de saúde e impacto na mortalidade com tendência decrescente.

Aceda ao Relatório nº 28, de 08/10/2021.

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Vacinação completa abrange 84% dos portugueses https://covid19.min-saude.pt/vacinacao-completa-abrange-84-dos-portugueses/ https://covid19.min-saude.pt/vacinacao-completa-abrange-84-dos-portugueses/#respond Wed, 29 Sep 2021 10:22:38 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049606 O Relatório de Vacinação n.º 33 revela que 84% dos portugueses estão totalmente vacinados contra a COVID-19 e que 86% têm pelo menos uma dose da vacina, o que equivale, respetivamente, a 8.663.808 e 8.930.596 pessoas.

Cerca de 19,5 milhões de doses já foram recebidas por Portugal continental e Regiões Autónomas desde que arrancou a campanha de vacinação, em dezembro de 2020, tendo sido distribuídos mais de 15,8 milhões.

Segundo o balanço semanal, 100% das pessoas com 65 ou mais anos estão vacinadas contra a COVID-19.

Por faixas etárias, 1.683.409 portugueses com idade compreendida entre os 65 e os 79 anos têm pelo menos uma dose e 1.667.623 a vacinação completa. Foi administrada a primeira dose da vacina a 694.670 pessoas com mais de 80 anos e 689.495 têm a vacinação completa.

No grupo etário entre os 50 e os 64 anos, 2.160.334 (99%) tomaram pelo menos a primeira dose e 2.127.520 (98%) terminaram a vacinação.

Cerca de 94% (3.143.749) das pessoas com idade compreendida entre os 25 e os 49 anos iniciaram a vacinação e 91% (3.031.235) já têm o esquema vacinal completo.

Quanto aos jovens, 90% (703.462) com idade entre os 18 e os 24 anos têm pelo menos uma dose da vacina e 84% (656.089) a vacinação completa.

Também na faixa etária 12-17 anos o processo de vacinação acelerou, tendo sido administrada a primeira dose da vacina a 87% (544.664) dos adolescentes com idade até 17 anos. Neste grupo, 491.794 pessoas terminaram a vacinação, o que equivale a 79%.

Consulte o Relatório de Vacinação n.º 33.

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OMS destaca projeto nacional de microinfluenciadores em evento co-organizado com Portugal https://covid19.min-saude.pt/oms-destaca-projeto-nacional-de-microinfluenciadores-em-evento-co-organizado-com-portugal/ https://covid19.min-saude.pt/oms-destaca-projeto-nacional-de-microinfluenciadores-em-evento-co-organizado-com-portugal/#respond Fri, 17 Sep 2021 17:18:13 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=13049539 O projeto dos microinfluenciadores sociais para a resposta à COVID-19, desenvolvido pela Direção-Geral da Saúde, esteve em destaque como uma boa prática no evento paralelo sobre a importância da Literacia em Saúde no contexto dos Behavioral and Cultural Insights (BCI) promovido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Neste evento, em que Portugal foi um dos países anfitriões, conjuntamente com a OMS Europa, Áustria e Federação Russa, foi apresentado este novo projeto de informação personalizada para a comunidade, que conta com mais de 5000 microinfluenciadores, os chamados “agentes de saúde Pública”. A avaliação desta iniciativa, pelo seu caráter inovador, está a ser realizada pela Organização Mundial da Saúde.

Leia aqui a notícia da OMS.

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