COVID-19 https://covid19.min-saude.pt Página Inicial Mon, 08 Mar 2021 16:37:45 +0000 pt-PT hourly 1 https://covid19.min-saude.pt/wp-content/uploads/2020/03/favicon_dgs.svg COVID-19 https://covid19.min-saude.pt 32 32 Formulário de Satisfação https://covid19.min-saude.pt/formulario-satis/ Mon, 08 Mar 2021 16:37:26 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=10474981 Queremos saber a sua opinião!

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Projeto da DGS forma “agentes de saúde pública” de proximidade https://covid19.min-saude.pt/projeto-da-dgs-forma-agentes-de-saude-publica-de-proximidade/ Mon, 08 Mar 2021 12:41:09 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=10466441 O contexto da atual pandemia veio sublinhar a importância da disseminação de informação fidedigna e válida pelo maior número de pessoas possível. A ativação das pessoas deve visar a promoção de mudanças comportamentais bem-sucedidas e mantidas ao longo do tempo.

É com este objetivo que a Direção-Geral da Saúde (DGS) e a Escola Nacional de Bombeiros vão realizar uma formação de agentes de Saúde Pública para os Formadores desta Escola no dia 11 de março.

Esta iniciativa integra o Projeto de Mobilização Social, que a DGS tem vindo a desenvolver desde março de 2020, e que pretende garantir a formação de Microinfluenciadores sociais (elementos “chave” da comunidade) para que, posteriormente, transmitam informação relevante e capacitem a comunidade nos diferentes settings e oportunidades de atuação.

O projeto conta com o apoio de inúmeras organizações parceiras (GNR, PSP, ANEPC, Cruz Vermelha, Academia, Associações Académicas, Associações de Voluntariado, Escuteiros ou Municípios) e são agora mais de 3 mil os Agentes de Saúde Pública que, espalhados por todo o país, realizam atividades junto das suas comunidades, para que a informação e o conhecimento dos comportamentos a adotar chegue a todos, não deixando ninguém para trás.

O papel destes Microinfluenciadores será o de transmitir a informação recebida junto das suas comunidades, estabelecendo-se desta forma uma disseminação em cascata das principais recomendações que visem a resposta à pandemia.

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Portugal mantém tendência de descida de novos casos de COVID-19 https://covid19.min-saude.pt/portugal-mantem-tendencia-de-descida-de-novos-casos-de-covid-19/ Mon, 08 Mar 2021 12:35:59 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=10466285 O Diretor de Serviços de Informação e Análise da Direção-Geral da Saúde, André Peralta santos, disse esta segunda-feira que Portugal mantém a tendência de descida de novos casos de COVID-19, registando, ao dia de ontem, uma incidência cumulativa a 14 dias de 141 casos por 100.000 habitantes.

“Vemos desde a última reunião do Infarmed que houve uma manutenção da tendência de descida [de novos casos]”, adiantou o responsável, na reunião do Infarmed, que decorreu em Lisboa, destacando que grande parte do território nacional já se encontra com incidências inferiores a 120 casos por 100.000 habitantes.

Segundo André Peralta, apenas a região de Lisboa e Vale do Tejo, algumas partes da região centro e da região do Alentejo continuam com incidências superiores à referida.

De uma forma geral, prosseguiu, o país continua com uma tendência decrescente, uma variação de incidência negativa, apesar de alguns municípios esporadicamente terem variações positivas da incidência, mas dispersos um pouco por todo o território.

Sobre a nova variante de SARS-CoV-2 associada ao Reino Unido, o diretor de serviços revelou que se verifica um crescimento da incidência, com maior expressão na região de Lisboa e Vale do Tejo, com aproximadamente 66% casos positivos. Observa-se também um crescimento na região Centro e na região Norte, com uma prevalência superior a 50%.

Quando a análise da situação epidemiológica é feita por faixas etárias, verifica-se que as incidências de COVID-19 estão a descer em todas as idades, sendo que o grupo dos 80 mais é aquele que mantém uma incidência mais alta.

No que diz respeito aos internamentos em enfermaria e em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI), mantém-se também a tendência de descida, com 354 casos em UCI (números semelhantes à primeira semana de novembro).

De acordo com os dados apresentados pelo diretor de serviços da DGS, os internamentos em enfermaria são em maior número no grupo etário dos 80 mais, seguidos dos 70, 79, 60 e 69 anos. À medida que a idade diminui, os internamentos vão descendo. Já nos internamentos em UCI, o grupo etário com maior número de casos é o dos 60 aos 69. “Para termos impacto na redução da utilização de cuidados intensivos teremos que aguardar até que a vacinação se alargue e tenha grande expressão dos grupos mais de 50 anos”, defendeu.

Na mortalidade, concluiu, mantém-se também a tendência de descida.

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Estudo revela perceções e inquietações dos portugueses ao longo de um ano de pandemia https://covid19.min-saude.pt/estudo-revela-percecoes-e-inquietacoes-dos-portugueses-ao-longo-de-um-ano-de-pandemia/ Mon, 08 Mar 2021 11:16:22 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=10464633 O período durante a pandemia em que população residente em Portugal percecionou a ameaça como mais baixa coincidiu com os primeiros casos de COVID-19 confirmados no país e com o único dia em que o país registou zero óbitos. Também no período de Natal se verificou baixa perceção de ameaça, potencialmente associada em parte à “sensação de segurança” nos encontros familiares e às consequências do longo período de esforço no mês(es) precedente(s), indicador de fadiga pandémica, que limita capacidades para se ser vigilante. O maior grau de ameaça avaliada verificou-se em janeiro de 2021, quando Portugal atravessou a mais grave situação epidemiológica desde o início da pandemia.

Estes resultados mostram que para compreender oscilações nos comportamentos de prevenção de contágio durante a pandemia necessitamos de os estudar para compreender como diferentes pessoas em diferentes momentos, avaliam e respondem de forma diferente, às exigências colocadas pela pandemia.

Estas são as principais conclusões do estudo “Um ano de pandemia aos olhos dos portugueses: Resultados da monitorização das suas perceções, emoções e inquietações, partilhadas nas redes sociais”, realizado entre janeiro de 2020 e janeiro de 2021, com base na análise de mais de 120 mil comentários públicos de utilizadores de redes sociais, em resposta a publicações sobre a COVID-19 emitidas pela Direcção-Geral da Saúde e por sete meios de comunicação social nacionais.

As principais conclusões são agora apresentadas pelo Centro de Investigação do Bem-Estar Psicológico, Familiar e Social (CRC-W) da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, antecipando um relatório detalhado sobre estas perceções, que deverá ser publicado em formato de livro em maio.

O estudo foi desenvolvido no âmbito do projeto ResiliScence 4 COVID-19, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e coordenado por Rui Gaspar, Docente e Investigador do Católica Research Centre for Psychological, Family and Social Wellbeing, em parceria com a Direção-Geral da Saúde, o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, a Ordem dos Psicólogos Portugueses e o ISPA-Instituto Universitário.

Globalmente, o nível de ameaça sentido pela população residente em Portugal ao longo da pandemia tendeu a refletir a situação epidemiológica (novas infeções e óbitos) a cada momento, mas houve períodos em que isso não aconteceu, devido a incerteza/desconfiança face à gravidade dos números comunicados. Também se registaram perceções de um elevado grau de ameaça quando os números não o evidenciavam, o que coincidiu com as preocupações relacionadas com o início do ano letivo.

Nas exigências específicas expressadas pelos cidadãos, indicadores de esforço foram sempre predominantes face ao perigo e incerteza existentes na situação, o que confirma que a atual crise de saúde se tornou crónica, predominando a denominada “fadiga pandémica”.

Como evidência de uma sociedade resiliente, após cada “período de crise”, em que a ameaça percebida aumentou consistentemente até atingir o pico, foi verificado um “período de restauração”, onde a ameaça percebida diminuiu consistentemente, atingindo os níveis médios do ciclo anterior.

Estes resultados podem indicar resiliência social e individual, indicando que após cada crise existe recuperação. Servem também como alerta, dado que a repetição de vários ciclos de crise-recuperação pode levar a um incremento de fadiga pandémica e consequente maior tempo de recuperação após cada período de crise, caso não sejam providenciados recursos sociais e pessoais aos cidadãos, que tornem a recuperação mais eficaz.

O estudo centrou-se na análise do comportamento humano como fator central na evolução da pandemia, devendo estar no centro das estratégias de combate à atual mas também a futuras crises de saúde pública.

Para incrementar a adesão dos cidadãos às diferentes recomendações de comportamentos de prevenção de contágio emitidas pelas autoridades de saúde, importa compreender os fatores que podem influenciá-la, nomeadamente como os cidadãos respondem a uma crise de saúde pública e socioeconómica, como a que carateriza a atual pandemia, e como estes avaliam os acontecimentos ao longo do tempo. Entre os quais destacam-se, por exemplo, as primeiras notícias vindas da China, a entrada do vírus na Europa e as consequências na emergência de preconceito e racismo, as exigências do 1º confinamento e a esperança no futuro durante o 1º desconfinamento, o aparente “normal” no verão e a perceção de risco no regresso à escola, a constatação do “não normal” em outubro/novembro e o aparente relaxamento do “efeito Natal”, seguido da perceção de perigo extremo associado ao maior grau de ameaça percecionada em Portugal desde o início da pandemia.

Esta avaliação pode ser analisada ao longo do tempo, com base em indicadores de como as pessoas percecionaram as exigências colocadas pela pandemia (perigo; esforço; incerteza) e os recursos de que dispunham para lidar com ela (conhecimento e habilidades; disposições; suporte externo).

Para este fim, foram avaliados um conjunto de indicadores de perceção de risco (para a saúde pública, social, económico e saúde psicológica), em 87 períodos de monitorização, de 4 em 4 dias, desde janeiro de 2020 a janeiro de 2021. Foram analisados 120.267 comentários públicos de utilizadores de redes sociais, em resposta a publicações sobre COVID-19 emitidas pela Direcção-Geral da Saúde de Portugal e por sete meios de comunicação social nacionais (Expresso, TVI24, RTP3, SIC Notícias, Correio da Manhã, Público e Observador), com vista a providenciar recomendações para uma eficaz comunicação de risco e comunicação de crise e mobilização social.

Saiba mais sobre a análise em: Comunicação de Crise e Perceção de Riscos

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Um ano de pandemia assinalado com o lançamento de um vídeo https://covid19.min-saude.pt/um-ano-de-pandemia-assinalado-com-o-lancamento-de-um-video/ Wed, 03 Mar 2021 13:39:43 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=10344719 Um ano após o início da epidemia da COVID-19, a Direção-Geral da Saúde deu a conhecer, em vídeo, um pouco do que se passou na grande casa da saúde pública em Portugal.

Da epidemiologia e estatística à literacia, foi um ano de trabalho intenso, no qual foram lançadas centenas de publicações e materiais de comunicação, mais de 365 relatórios de situação, mais de uma centena de documentos técnico-normativos, entre muitos outros materiais. Um ano de trabalho de equipa.

Veja o vídeo: Direção-Geral da Saúde | 1 ano de COVID-19 na DGS

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Atualizada a Estratégia Nacional de Testes para SARS-CoV-2 https://covid19.min-saude.pt/atualizada-a-estrategia-nacional-de-testes-para-sars-cov-2/ Tue, 02 Mar 2021 12:16:06 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=10316153 A Direção-Geral da Saúde (DGS) publicou na sexta-feira uma atualização da Norma 019/2020 referente à Estratégia Nacional de Testes para SARS-CoV-2, respondendo à necessidade de continuar, de uma forma dinâmica, a adaptar as necessidades de testagem à situação epidemiológica da COVID-19.

Para além do alargamento na testagem, já previsto na versão anterior, houve que consolidar alguns contextos, particularmente no que se refere aos rastreios comunitários ou ocupacionais. Neste caso, a operacionalização é implementada de forma progressiva através de planos sectoriais, para melhor se adaptarem às necessidades de testagem.

Nos estabelecimentos de ensino e nos locais com maior risco de transmissão em meio laboral estes rastreios devem ser periódicos nos concelhos com incidência cumulativa a 14 dias superior a 120/100.000 habitantes. Para o efeito, devem ser utilizados testes rápidos de antigénio, podendo também ser considerada a amostra de saliva para a realização dos rastreios laboratoriais, utilizando-se, nesses casos, os testes moleculares.

Os testes em larga escala, integrados com outras medidas de Saúde Pública, são um elemento chave para limitar a propagação da COVID-19 e a DGS continua a alinhar as atualizações da estratégia nacional de testes com as necessidades decorrentes da evolução da pandemia a nível nacional e com as recomendações internacionais.

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35% das pessoas com mais de 80 anos já foram vacinadas https://covid19.min-saude.pt/35-das-pessoas-com-mais-de-80-anos-ja-foram-vacinadas/ Mon, 01 Mar 2021 15:30:39 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=10295346 O Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, anunciou esta segunda-feira que cerca de 35% da população com 80 ou mais anos residente em Portugal continental já recebeu pelo menos uma dose da vacina contra a COVID-19 e cerca de 9% já está imunizada com as duas doses da vacina.

Em declarações aos jornalistas na conferência de imprensa de atualização de informação relativa ao Plano de Vacinação contra a COVID-19, o governante adiantou também que 70% dos profissionais de saúde já receberam pelo menos uma dose de vacina.

No dia de ontem, Portugal registava um total de 868.951 vacinas administradas, das quais 603.585 são primeira dose e 265.366 de segunda dose.

“Dois meses após o início do processo de vacinação, o país encontra-se acima da média da União Europeia (UE) com 8,45 doses administradas por 100 habitantes, sabemos que a média da UE é de 7,35”.“Mas uma vez mais, gostaria de reiterar que não estamos perante um ranking de países”, disse, destacando que “estamos todos a fazer o nosso caminho com um objetivo comum: proteger as vidas dos nossos concidadãos”.

Na conferência de imprensa, Lacerda Sales avançou que foi hoje atualizada a norma 21/2020 da DGS relativa à vacina da Pfizer, alargando de 21 para 28 dias o intervalo entre a toma da primeira e da segunda dose.

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Pessoas com trissomia 21 passam a estar nos grupos prioritários para a vacinação https://covid19.min-saude.pt/pessoas-com-trissomia-21-passam-a-estar-nos-grupos-prioritarios-para-a-vacinacao/ Mon, 01 Mar 2021 15:30:37 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=10295345 A Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, anunciou esta segunda-feira que as pessoas com trissomia 21 vão fazer parte dos grupos prioritários para a vacinação contra a COVID-19.

“O plano tem uma espinha dorsal que é respeitada, mas vai sofrendo pequenos afinamentos em função dos grupos que necessitam de ser vacinados numa determinada fase”, explicou, em declarações aos jornalistas numa conferência de imprensa que decorreu no Ministério da Saúde.

Segundo a especialista em saúde pública, as análises e estudos realizados demonstraram que há um impacto real da COVID-19 nesta população, pelo que a proposta para a sua inclusão entre os prioritários mereceu o aval da ‘task force’ coordenadora do plano de vacinação e do gabinete do secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales.

“Questionados sobre se a Trissomia 21 devia ou não ser incluída nos grupos prioritários, fomos fazer uma análise ao impacto desta doença no internamento e na mortalidade e tendo concluído que sim, que impacta, pelo menos em Portugal e noutros países, obviamente fizemos essa proposta à ‘task force’ e ao gabinete do secretário de Estado e a proposta foi bem acolhida”, esclareceu.

Segundo a Diretora-Geral da Saúde, estarão abrangidas cerca de 3.500 pessoas com uma idade acima dos 16 anos, embora a população total com Trissomia 21 corresponda a “cerca de 6.000 pessoas”, mas que não podem ser neste momento vacinadas face ao licenciamento das atuais vacinas (16 anos para a vacina da Moderna e 18 anos para as vacinas da Pfizer/BioNTech e Oxford/AstraZeneca).

“Estamos abertos a poder analisar outros grupos que vão sendo propostos, quer no âmbito de reduzir morbilidade e mortalidade, quer noutros âmbitos, nomeadamente, acrescentar resiliência à sociedade”, acrescentou Graça Freitas.

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Intervalo entre as duas vacinas da Pfizer passa para 28 dias https://covid19.min-saude.pt/intervalo-entre-as-duas-vacinas-da-pfizer-passa-para-28-dias/ Mon, 01 Mar 2021 15:30:32 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=10295347 O intervalo entre as duas doses da vacina da Pfizer/BioNtech contra a COVID-19 foi alargado de 21 para 28 dias, anunciou esta segunda-feira o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, em conferência de imprensa.

“Queremos dar nota de que foi hoje mesmo atualizada a norma 021/ 2020 da DGS, relativa à vacina da Pfizer, alargando de 21 para 28 dias o intervalo entre a toma da primeira e da segunda dose. É uma decisão com amplo consenso técnico da DGS e do Infarmed e que vai permitir a vacinação de mais 100 mil pessoas até ao final de março”, afirmou o governante, numa conferência de imprensa realizada no Ministério da Saúde, em Lisboa.

De acordo com o Secretário de Estado, a alteração do tempo de intervalo vai permitir intensificar o ritmo de vacinação, o que permitirá vacinar mais 100 mil pessoas até ao fim deste mês.

Segundo a atualização da Norma 021/2020, sobre a vacina Comirnaty, o esquema vacinal recomendado passa a ser de 2 doses com intervalo de 28 dias.

Mais informações:
Norma nº 021/2020 de 23/12/2020 atualizada a 01/03/2021
COVID-19 : Campanha de Vacinação contra a COVID-19 : Vacina COMIRNATY®

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Quase 250 mil pessoas já têm a vacinação completa contra a COVID-19 https://covid19.min-saude.pt/quase-250-mil-pessoas-ja-tem-a-vacinacao-completa-contra-a-covid-19/ Wed, 24 Feb 2021 16:27:36 +0000 https://covid19.min-saude.pt/?p=10152096 Portugal registou, até este domingo, um total de 248.708 pessoas que já receberam as duas doses da vacina contra a COVID-19, o que corresponde a 3% da população de Portugal Continental, ou seja, mais 46.565 do que na semana anterior.

Os dados foram divulgados esta terça-feira, pela Direção-Geral da Saúde, no segundo relatório da vacinação contra a COVID-19.

De acordo com o documento, desde o dia 27 de dezembro, quando começou a vacinação em Portugal, já receberam pelo menos uma dose da vacina 433.475 pessoas, tendo sido inoculadas na última semana 96.701 pessoas.

Segundo o relatório semanal, desde o início da campanha da vacinação contra a COVID-19 até ao dia 21 de fevereiro, foram recebidas 830.730 doses e distribuídas 718.143.

Na região Centro foram vacinadas 163.749 pessoas, enquanto no Alentejo foram inoculadas 51.347 pessoas. Lisboa e Vale do Tejo é a região com mais vacinas administradas (221.815), enquanto na região Norte a vacina foi administrada a 219.961 pessoas. Na região do Algarve encontram-se vacinadas 23.995 pessoas.

Mais informação: COVID-19 Relatório de Vacinação

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