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DGS celebra protocolo com a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal

04/05/2020
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A Direção-Geral da Saúde (DGS) assinou um protocolo de cooperação para a divulgação e implementação das recomendações de boas práticas de saúde, higiene e segurança no setor do comércio e serviços. O documento, celebrado com a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, visa a retoma segura das atividades económicas, colocando a Saúde Pública ao serviço da proteção dos cidadãos e da sociedade.

“Tudo faremos para ajustar as medidas recomendadas a necessidades específicas de diversos setores e a novos desafios epidemiológicos e sociais com o objetivo de minimizar a exposição ao vírus e aos impactes daí decorrentes”, assegurou a Diretora-Geral da Saúde no discurso após a assinatura do protocolo, que decorreu no Palácio da Ajuda.

Graça Freitas destacou que “a transmissão do novo coronavírus não desapareceu”. “O risco de contágio é uma realidade que as autoridades de saúde, a população e os operadores económicos não podem ignorar”, referiu.

Por isso, prosseguiu, “mais do que nunca, é fundamental que sejam promovidas e aplicadas regras de saúde, higiene e segurança nos locais de trabalho e nos diversos espaços da sociedade”. Para isso, a “Saúde Pública é um importante elemento catalisador de parcerias e estratégias intersectoriais, que asseguram a participação coletiva da sociedade, no processo de defesa e promoção da saúde”.

Nestes dois meses, recordou a Diretora-Geral da Saúde, “Portugal e o Serviço Nacional de Saúde demonstraram estar à altura perante um desafio sem precedentes”, controlando “a transmissão comunitária do novo coronavírus à custa das medidas governativas adotadas, da resiliência do tecido social, do comportamento exemplar dos cidadãos […] e da dedicação de todos os profissionais de saúde e de todos os profissionais que asseguram a nossa capacidade diária de nos mantermos funcionais”.

Neste contexto, a Direção-Geral da Saúde “assume o seu compromisso de coordenar e assegurar a vigilância epidemiológica e os sistemas de alerta e resposta apropriados às emergências de Saúde Pública e fá-lo com sentido de missão e ciente da sua localização num sistema político e social intrincado de preparação e resposta à pandemia”.